Universidade Autônoma de Sinaloa (UAS) divulga estudo sobre os impactos econômicos positivos do projeto Pacifico Mexinol no norte de Sinaloa
Universidade Autônoma de Sinaloa (UAS) divulga estudo sobre os impactos econômicos positivos do projeto Pacifico Mexinol no norte de Sinaloa
- O estudo, entre outros fatores, estima que, para cada emprego criado pela Pacifico Mexinol, são gerados, em média, oito empregos adicionais na economia em geral, e que o PIB do México aumentará em mais de US$ 2 bilhões durante a construção.
- O estudo é o primeiro do gênero sobre impacto econômico em nível estadual no México, e sua metodologia pode ser replicada globalmente em outros setores e regiões.
LOS MOCHIS, México--(BUSINESS WIRE)--Como parte de um esforço conjunto contínuo entre os setores acadêmico e comercial, decorrente de um Acordo de Colaboração entre a Universidade Autônoma de Sinaloa (UAS) e a Pacifico Mexinol (uma subsidiária da Transition Industries) assinado em 2024, a UAS divulgou os resultados do estudo de efeitos econômicos da maior usina de metanol de ultrabaixo carbono do mundo, localizada perto de Topolobampo, Ahome, Sinaloa.
O projeto da Pacifico Mexinol está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, pois promove o uso de energia limpa, a reutilização de águas residuais tratadas e a mitigação das mudanças climáticas. Ele protege os ecossistemas locais e gerará milhares de empregos na região. Mais do que a construção de infraestrutura industrial, o projeto é um catalisador para o crescimento econômico do norte de Sinaloa e do México.
O estudo estimou os efeitos econômicos diretos e indiretos do investimento do projeto, considerando emprego, renda, valor agregado e bem-estar social. Também foram identificadas oportunidades de desenvolvimento regional e propostas estratégias para garantir a sustentabilidade do projeto e sua integração harmoniosa com o ambiente socioeconômico local.
O estudo estima que, durante os quatro anos de construção, o projeto gerará 4.500 empregos diretos e 660 indiretos por ano em Sinaloa e cerca de 8.000 empregos diretos e 4.000 indiretos em todo o país. Durante a fase de operação, que terá duração de 30 anos, a unidade terá aproximadamente 1.400 empregos diretos e indiretos anualmente de forma contínua.
O estudo também avalia aumentos totais de salários estimados em 3,3 bilhões de pesos em Sinaloa e 3,2 bilhões de pesos no restante do país; enquanto o PIB de Sinaloa poderia crescer 15 bilhões de pesos e o do restante do país 14 bilhões de pesos, totalizando quase 30 bilhões de pesos (2 bilhões de dólares) em nível nacional durante a construção.
O estudo da UAS não apenas mede os empregos diretos no setor, mas também estima como a renda de todos os setores crescerá com a construção da planta Pacifico Mexinol. Para cada emprego direto gerado durante a construção, outros seis são criados, e para cada emprego gerado durante a operação, outros 11 são criados.
O estudo foi conduzido pela UAS por meio da Diretoria de Pesquisa e Pós-Graduação, do Escritório de Transferência de Tecnologia e da Faculdade de Ciências Econômicas e Sociais, sob a liderança do Dr. Luis Armando Becerra Pérez, economista com vasta experiência em energia renovável e desenvolvimento sustentável.
“Acredito que o investimento estrangeiro deve complementar o investimento doméstico e, se quisermos desenvolver as regiões do México — neste caso, Sinaloa especificamente — precisamos que projetos desse tipo cheguem… e sejam avaliados com uma perspectiva de longo prazo. Se quisermos que nossas regiões avancem, se quisermos que nossos filhos e netos tenham maiores oportunidades de desenvolvimento, precisamos pensar com esse horizonte em mente. Distritos industriais ao redor do mundo não se desenvolvem sem que as pessoas se engajem e compartilhem uma visão de futuro”, afirmou o Dr. Becerra.
De modo geral, o estudo é uma ferramenta essencial para garantir que o desenvolvimento industrial resulte em bem-estar compartilhado e crescimento equitativo.
“Ao identificar oportunidades de desenvolvimento local, necessidades sociais e riscos potenciais, o relatório contribui para a elaboração de estratégias que promovem a integração harmoniosa do projeto com seu entorno, no âmbito do Programa de Boa Vizinhança da Pacifico Mexinol e da Avaliação de Impacto Ambiental e Social (ESIA) do Projeto, alinhada à IFC, voltada para a inclusão econômica, a participação comunitária e o respeito aos direitos das populações locais”, afirma Karin Nunan, especialista reconhecida globalmente em Direitos Humanos e Questões Socioeconômicas e chefe global de Assuntos Corporativos da Transition Industries.
O estudo fornece dados que complementam e ajudam a visualizar a cadeia de valor econômico defendida pela Pacifico Mexinol há tempos por meio de seu Plano de Conteúdo Local, que exige que todos os contratados maximizem a contratação de mão de obra local primeiro no município de Ahome, depois em Sinaloa e, por fim, no México. O projeto tem como objetivo uma taxa de emprego nacional de 90% durante a construção e a operação.
A análise foi desenvolvida por meio de uma combinação de três abordagens complementares:
1) econometria estrutural, para modelar relações causais entre variáveis econômicas-chave;
2) aprendizado de máquina, para detectar padrões complexos em grandes volumes de dados e simular cenários futuros, e;
3) matriz de insumo-produto, para estimar os efeitos multiplicadores do projeto na economia regional.
Considerando que, antes deste estudo, os simuladores econômicos existiam apenas em nível nacional no México, a UAS colaborou com o Instituto Nacional de Estatística, Geografia e Informática (INEGI) para adaptar modelos e parâmetros ao contexto local, aumentando assim a precisão do estudo.
Sobre o Projeto
A Pacifico Mexinol foi concebida como uma instalação de última geração dentro do modelo Net Zero, com uma engenharia voltada para a eliminação da pegada de carbono do processo. Com um investimento superior a US$ 3,3 bilhões, o projeto busca transformar a produção de metanol — insumo essencial para a economia global — de maneira sustentável e competitiva.
Quando entrar em operação, a instalação produzirá 6.140 toneladas métricas de metanol verde e azul por dia, utilizando tecnologias de ponta, como a NX-AdWinMethanol Zero, baseada em insumos renováveis e ecologicamente corretos. Ela está localizada a aproximadamente 9 km do porto de Topolobampo e próxima ao gasoduto proveniente do Texas, nos Estados Unidos.
O projeto utilizará a infraestrutura existente no porto e incorporará uma solução inovadora de gestão hídrica, aproveitando as águas residuais da cidade de Los Mochis, que se tornarão uma fonte de receita para o município de Ahome. Dessa forma, elimina-se a pressão sobre o abastecimento de água doce normalmente gerada por novas empresas.
A decisão da Mexinol de utilizar água residuária segundo o “tratar-usar-repor” impede que a planta concorra com outros usos do recurso e protege a Baía de Ohuira, pois não haverá descarte de efluentes.
A empresa também utilizará eletricidade proveniente de fontes renováveis por meio de CELs (Certificados de Energia Limpa), garantindo que seu consumo de eletricidade seja sustentável e cumprindo sua missão de aproveitar a tecnologia e a inovação para produzir metanol de forma segura e eficiente, ao mesmo tempo em que minimiza o impacto ambiental e participa ativamente da transição para um planeta com baixas emissões de carbono.
Sobre a Universidade Autônoma de Sinaloa (UAS)
A Universidade Autônoma de Sinaloa (a terceira maior universidade pública do país) é um espaço acadêmico, científico, tecnológico, esportivo e cultural no qual diversas expressões do pensamento universal coexistem harmoniosamente. O cultivo da ciência, da tecnologia e das humanidades se traduz em atividades acadêmicas cada vez mais vigorosas.
Por meio da Diretoria-Geral de Pesquisa e Pós-Graduação e do Escritório de Transferência de Tecnologia, vinculados a esta diretoria, a UAS busca proteger as invenções geradas na instituição e promover a transferência de conhecimento que contribua para o desenvolvimento econômico da região, do país e do mundo. Para informações adicionais, envie um e-mail para ott@uas.edu.mx.
O Dr. Luis Armando Becerra Pérez é doutor em Economia pela Universidade Autônoma da Baixa Califórnia (UABC) e possui pós-doutorado em Energias Renováveis e Sustentabilidade. Ele é mestre em Economia pela UNAM e bacharel em Economia pela UAS. Atualmente, ele é professor e pesquisador em tempo integral na Faculdade de Ciências Econômicas e Sociais da UAS, além de ser membro do Sistema Nacional de Pesquisadores (SNI) no nível II. Seus estudos se concentram em bioenergia, economia ambiental e desenvolvimento sustentável, e ele possui publicações de destaque em revistas nacionais e internacionais. Ele realizou residências acadêmicas em universidades internacionais, como Yale e Harvard, bem como em instituições no Canadá, na Colômbia e no Brasil. Além disso, foi agraciado com o Prêmio de Jornalismo do Estado de Sinaloa.
Sobre a Transition Industries
A Transition Industries LLC, sediada em Houston, no Texas, desenvolve projetos de metanol e hidrogênio verdes em escala global, com zero emissões de carbono, na América do Norte, com o objetivo de combater as mudanças climáticas e promover a sustentabilidade ambiental e social. Para obter informações adicionais sobre a Pacifico Mexinol ou a Transition Industries, entre em contato pelo e-mail inquiries@transitionind.com.
O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.
Contacts
Karin Nunan
Diretora Global de Relações Corporativas
knunan@transitioinind.com
