Takeda Exibe Amplo Portfólio de Oncologia e Dados do Canal de Informação na Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) e nos Encontros Anuais do Congresso da Associação Europeia de Hematologia (EHA)

– Dados Sendo Apresentados Enfatizam Compromisso em Melhorar os Resultados e o Tratamento de Pacientes –

– Seis Resumos Patrocinados pela Takeda Oncology Aceitos para Apresentação na ASCO 2018 e Oito Resumos Aceitos para Apresentação na EHA 2018

CAMBRIDGE, Mass. & OSAKA, Japão--()--Takeda Pharmaceutical Company Limited (TSE: 4502) anunciou hoje que a empresa irá expor um total de 14 apresentações patrocinadas pela Takeda Oncology nos dois próximos encontros médicos: o 54º Encontro Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), de 1º a 5 de junho em Chicago e o 23º Congresso da Associação Europeia de Hematologia (EHA), de 14 a 17 de junho em Estocolmo. Estas apresentações anuais irão enfatizar a incansável busca da Takeda pelo avanço de terapias de câncer hematológico e continuar desenvolvendo as pesquisas de tumores sólidos de difícil tratamento.

"Na ASCO e na EHA iremos apresentar dados, descobertas do mundo real e atualizações de testes em nossos ativos de canais de informação bem como nossas terapias comercializadas", disse Christophe Bianchi, M.D., Presidente da Takeda Oncology. "Na ASCO, iremos apresentar resultados atualizados de testes da fase 2 ALTA examinando a eficácia e a segurança a longo prazo do ALUNBRIG em pacientes com câncer de pulmão em células não pequenas ALK+ que são refratárias à crizotiniba. Particularmente, na EHA iremos apresentar dados sobre subgrupos especificados previamente dos testes da fase 3 ECHELON-1 avaliando uma combinação com o ADCETRIS como um tratamento de linha de frente para pacientes com linfoma de Hodgkin. A pesquisa da Takeda continua a impulsionar a inovação em oncologia para avançar em tratamentos necessários e ilustra a visão da empresa para melhorar as vidas de pacientes com câncer."

No encontro da ASCO, serão apresentados resultados atualizados de testes da fase 2 ALTA (ALK em Câncer de PuLmão com Teste de AP26113) examinando a eficácia e a segurança a longo prazo do ALUNBRIG® (brigatiniba) em uma população com câncer de pulmão em células não pequenas (NSCL) e quinase positiva de linfoma anaplástico (ALK+) refratário a crizotinib. Durante as apresentações anunciadas para discussão, TAK-788, um inibidor de tirosina quinase de pequenas moléculas visando mutações com receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) e receptor do fator de crescimento epidérmico humano 2 (HER2), incluindo inserções de exon 20, será relatado quanto à segurança, farmacocinética e a atividade preliminar antitumor desta molécula em pacientes com NSCLC. Além disto, resultados de um estudo da fase 1 do TAK-931, pela primeira vez em humanos, um inibidor de pequenas moléculas da atividade de quinase CDC7 em pacientes com tumores sólidos avançados, será compartilhado durante as apresentações orais. O teste, que investiga o efeito do TAK-931 em até 100 participantes com tumores sólidos, examina a segurança, tolerabilidade e farmacocinética da medicação oral para determinar a máxima dosagem tolerada.

A empresa também continua aprofundando seu corpo cientifico de conhecimento em cânceres hematológicos. Na ASCO, a empresa irá apresentar um anúncio de "Testes em Progresso" sobre o teste global aleatório em curso da fase 3, PANTHER (investigação intravenosa com Pevonedistat mais AzacitidiNe x azacitidina de agente único como Tratamento de primeira linHa para pacientes com mais Elevado Risco de síndrome mielodisplásica (MDS), leucemia mielomonocítica crônica ou leucemia mielóide aguda (AML) de baixa intensidade).

Além disto, no encontro da EHA deste ano, dados sobre a eficácia e a segurança de uma combinação com o ADCETRIS® (brentuximabe vedotina) em subgrupos especificados previamente com doença mais avançada do teste ECHELON-1 serão apresentados. Dados demonstram maior benefício através destes subgrupos comparados à intenção de tratar a população independente do status PET2 baseado na etapa final primária de sobrevivência sem progressão modificada. Além disto, serão exibidos dados repetidos do teste clínico ECHELON-1 da fase 3 avaliando o ADCETRIS como parte de um regime de quimioterapia com combinação de linha de frente em linfoma de Hodgkin em estágio avançado e não tratado previamente. Os dados foram apresentados previamente na Sessão Plenária do 59º Encontro Anual da Sociedade Americana de Hematologia (ASH) em dezembro de 2017. Finalmente, um estudo do TAK-659, um inibidor duplo reversível de tirosina quinase do baço (SYK) e tirosina quinase 3 como FMS (FLT3), em combinação com norma de tratamentos e cuidados irá apresentar preliminarmente dados de segurança e eficácia em modelos difusos de linfoma de células B grandes.

Segurança, eficácia e descobertas de uso no mundo real de testes patrocinados pela Takeda Oncology examinando uma variedade de cânceres do sangue, incluindo linfoma, mielomas múltiplos e MDS, serão exibidas na ASCO e/ou EHA.

Os seis resumos patrocinados pela Takeda Oncology aceitos para apresentação durante a ASCO 2018 e oito resumos na EHA 2018 incluem:

Encontro Anual da ASCO 2018

Nota: Todos os horários relacionados estão no Horário de Verão Central

ADCETRIS (brentuximab vedotin)

ALUNBRIG (brigatiniba)

Canal de Informação

23º Congresso da EHA

Nota: Todos os horários listados estão no Horário da Europa Central

ADCETRIS (brentuximabe vedotina)

NINLARO (ixazomibe)

Canal de Informação

Para mais informações, consulte o programas online da ASCO (https://am.asco.org/program) e da EHA (http://eha-2018.org/).

Sobre o ADCETRIS
O ADCETRIS é um CAD (conjugado anticorpo-droga) que contém um anticorpo monoclonal anti-CD30 ligado por um ligante clivável por protease a um agente de quebra de microtúbulos, o monometil auristatina E (MMAE), que utiliza tecnologia de propriedade da Seattle Genetics. O CAD utiliza um sistema ligante que foi criado para permanecer estável na corrente sanguínea, mas libera o MMAE na internalização em células tumorais que expressam o CD30.

A injeção de ADCETRIS para infusão intravenosa recebeu a aprovação regular da FDA para cinco indicações em pacientes adultos com: (1) linfoma de Hodgkin clássico (cHL) de estágio III ou IV não tratado previamente em combinação com quimioterapia, (2) cHL com alto risco de reincidência ou progressão como consolidação de transplante de célula tronco hematopoiético pós-autólogo (auto-HSCT), (3) cHL após falha de auto-HSCT ou falha em pelo menos dois regimes de quimioterapia com multiagentes prévios em pacientes que não são candidatos a auto-HSCT, (4) sALCL após falha de pelo menos um regime de quimioterapia com multiagentes prévios, e (5) linfoma anaplástico primário cutâneo de células grandes (pcALCL) ou fungóides de micose expressando CD30 (MF) onde receberam terapia sistêmica anterior.

A Health Canada concedeu a aprovação condicional do ADCETRIS para linfoma de Hodgkin reincidente ou refratário e sALCL em 2013, e aprovação não condicional para consolidação de transplante de célula tronco pós-autólogo (ASCT) no tratamento de pacientes com linfoma de Hodgkin e alto risco de reincidência ou progressão.

O ADCETRIS recebeu a autorização condicional de marketing da Comissão Europeia em outubro de 2012. As indicações aprovadas na Europa são: (1) para o tratamento de pacientes adultos com linfoma de Hodgkin positivo CD30 reincidente ou refratário após ASCT, ou após pelo menos duas terapias prévias quando a ASCT ou a quimioterapia com multiagentes não é uma opção de tratamento, (2) o tratamento de pacientes adultos com sALCL reincidente ou refratário, (3) para o tratamento de pacientes adultos com linfoma de Hodgkin positivo CD30 com alto risco de reincidência ou progressão após ASCT, e (4) para o tratamento de pacientes adultos com linfoma cutâneo de células tronco positivo CD30 (CTCL) após pelo menos uma terapia sistêmica anterior.

A ADCETRIS recebeu a autorização de marketing por autoridades regulatórias em mais de 70 países para linfoma de Hodgkin reincidente ou refratário e sALCL. Veja informações importantes de segurança abaixo.

O ADCETRIS está sendo amplamente avaliado em mais de 70 testes clínicos, incluindo um estudo da fase 3 no linfoma de Hodgkin na linha de frente (ECHELON-1) e outro estudo da fase 3 em linfomas da célula tronco periférica positiva CD30 na linha de frente (ECHELON-2), bem como testes em muitos tipos adicionais de malignidades positivas CD30.

Seattle Genetics e Takeda estão desenvolvendo em conjunto o ADCETRIS. Sob os termos do acordo de colaboração, a Seattle Genetics tem direitos de comercialização nos EUA e Canadá, e a Takeda direitos de comercializar o ADCETRIS no restante do mundo. A Seattle Genetics e a Takeda estão financiando os custos de desenvolvimento conjunto para o ADCETRIS em uma base 50:50, exceto no Japão onde a Takeda é a única responsável pelos custos de desenvolvimento.

Informações Importantes de Segurança sobre o ADCETRIS (brentuximab vedotin) (União Europeia)
Consulte o Resumo das Características dos Produtos (SmPC) antes de prescrever.

CONTRAINDICAÇÕES
O ADCETRIS é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade ao brentuximab vedotin e seus excipientes. Além disto, o uso combinado do ADCETRIS com bleomicina causa toxicidade pulmonar.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES ESPECIAIS

Leucoencefalopatia Multifocal Progressiva (PML): Reativação do vírus de John Cunningham (JCV) resultando em Leucoencefalopatia Multifocal Progressiva (PML) e morte pode ocorrer em pacientes tratados com ADCETRIS. A PML foi relatada em pacientes que receberam o ADCETRIS após receber múltiplos regimes anteriores de quimioterapia. A PML é uma doença desmielinizante rara do sistema nervoso central que resulta da reativação de JCV latente e muitas vezes fatal.

Monitore de perto os pacientes quanto a novos ou piora dos sinais ou sintomas neurológicos, cognitivos ou comportamentais, que possam ser sugestivos de PML. A avaliação sugerida de PML inclui consulta neurológica, imagens de ressonância magnética realçadas por gadolínio do cérebro e análise do líquido cefalorraquidiano para DNA do JCV por reação da cadeia de polimerase ou biópsia cerebral com evidência do JCV. Uma PCR de JCV negativa não exclui a PML. Acompanhamento e avaliação adicional pode se garantida se nenhum diagnóstico alternativo puder ser estabelecido. Mantenha a dosagem para qualquer caso suspeito de PML e interrompa permanentemente o ADCETRIS se for confirmado um diagnóstico de PML.

Esteja alerta aos sintomas de PML se o paciente não puder avisar (por exemplo, sintomas cognitivo, neurológico ou psiquiátrico).

Pancreatite: A pancreatite aguda foi observada em pacientes tratados com o ADCETRIS. Foram relatadas consequências fatais. Monitore de perto pacientes quanto a novas ou piora das dores abdominais, que possam sugerir pancreatite aguda. A avaliação do paciente pode incluir o exame físico, avaliação laboratorial da amilase sérica e lipase sérica, e imagem abdominal, como ultrassom e outras medidas apropriadas de diagnóstico. Mantenha o ADCETRIS para qualquer caso suspeito de pancreatite aguda. O ADCETRIS deve ser interrompido se for confirmado um diagnóstico de pancreatite aguda.

Toxicidade Pulmonar: Casos de toxicidade pulmonar, alguns com consequências fatais, incluindo pneumonia, doença pulmonar intersticial e síndrome aguda de desconforto respiratório (ARDS), foram relatados em pacientes recebendo o ADCETRIS. Embora uma associação causal com o ADCETRIS não tenha sido estabelecida, o risco de toxicidade pulmonar não pode ser desconsiderado. Avalie e trate imediatamente novos ou piora dos sintomas pulmonares de acordo. Considere manter a dosagem durante a avaliação e até a melhoria dos sintomas.

Graves Infecções e Infecções Oportunistas: Graves infecções como pneumonia, bacteremia de estafilococos, sepse / choque séptico (incluindo consequências fatais), herpes zoster e infecções oportunistas como pneumonia porPneumocystis jiroveci e candidíase oral foram relatados em pacientes tratados com o ADCETRIS. Monitore com cuidado pacientes durante o tratamento emergencial de possíveis infecções graves e oportunistas.

Reações relacionadas à infusão (IRR): IRR imediata e com atraso, bem como anafilaxia, ocorreram com o ADCETRIS. Pacientes devem ser monitorados com cuidado durante e após uma infusão. Se ocorrer a anafilaxia, a administração de ADCETRIS deve ser suspensa de modo imediato e permanente bem como terapia médica apropriada deve ser administrada. Se uma IRR ocorrer, a infusão deve ser interrompida e estabelecida a supervisão médica apropriada. A infusão pode ser reiniciada em uma taxa mais lenta após a solução do sintoma. Pacientes que experimentaram uma IRR anterior devem ser medicados previamente para infusões subsequentes. IRRs são mais frequentes e mais severas em pacientes com anticorpos ao ADCETRIS.

Síndrome de Lise Tumoral (TLS): A TLS foi relatada com o ADCETRIS. Pacientes com tumor proliferando rapidamente e alta carga tumoral estão com risco de TLS. Monitore estes pacientes de perto e administre segundo as melhores práticas médicas.

Neuropatia Periférica (PN): O tratamento com ADCETRIS pode causar PN, tanto sensorial como motora. A PN induzida por ADCETRIS normalmente é cumulativa e reversível na maioria dos casos. Monitore os pacientes quanto a sintomas de PN, como hipoestesia, hiperestesia, parestesia, desconforto, sensação de queimadura, dor neuropática ou fraqueza. Pacientes experimentando nova ou piora da PN podem necessitar um atraso e uma redução da dosagem ou interrupção do ADCETRIS.

Toxicidades hematológicas: Anemia de grau 3 ou 4, trombocitopenia e neutropenia prolongada (igual a ou maior que uma semana) de grau 3 ou 4 pode ocorrer com o ADCETRIS. Monitore hemogramas completos antes da administração de cada dosagem.

Neutropenia Febril: A neutropenia febril foi relatada. Monitore de perto pacientes quanto à febre e administre segundo as melhores práticas médicas se desenvolver neutropenia febril.

Síndrome de Stevens-Johnson (SJS): SJS e Necrólise Epidérmica Tóxica (TEN) foram relatadas com o ADCETRIS. Consequências fatais foram relatadas. Interrompa o tratamento com o ADCETRIS se SJS ou TEN ocorrer e administre a terapia médica apropriada.

Complicações Gastrointestinais (GI): Complicações GI, algumas com consequências fatais, incluindo obstrução intestinal, íleo, enterocolite, colite neutropênica, erosão, úlcera, perfuração e hemorragia, foram relatadas. Avalie e trate imediatamente pacientes se ocorrerem novos ou piora dos sintomas GI.

Toxicidade hepática: elevações nos níveis de alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST) foram relatadas. Casos graves de toxicidade hepática, incluindo consequências fatais, também ocorreram. A função hepática deve ser testada antes do início do tratamento e monitorada rotineiramente em pacientes que receberam o ADCETRIS. Pacientes que apresentam toxicidade hepática podem exigir um adiamento, modificação ou suspensão da dose do ADCETRIS.

Hiperglicemia: A hiperglicemia foi relatada durante os testes em pacientes com um elevado índice de massa corporal (IMC) com ou sem um histórico de diabete mellitus. Monitore de perto a glicose sérica para pacientes que experimentam um evento de hiperglicemia. Administre o tratamento contra diabete conforme apropriado.

Insuficiências renal e hepática: Há experiência limitada em pacientes com insuficiência renal e hepática. Dados disponíveis indicam que a liberação de MMAE podem ser afetados por insuficiências renal e hepática severas e por baixas concentrações de albumina sérica.

CD30+ CTCL: O tamanho do efeito do tratamento em subtipos CD30+ CTCL a não ser micose fungóide (MF) e linfoma anaplástico cutâneo primário de células grandes (pcALCL) não é claro devido à falta de evidência de alto nível. Em dois estudos de ramo único da fase II do ADCETRIS, a atividade da doença foi mostrada nos subtipos da síndrome Sézary (SS), papulose linfomatóide (LyP) e histologia mista de CTCL. Estes dados sugerem que a eficácia e a segurança podem ser extrapoladas a outros subtipos CD30+ CTCL. Considere com cuidado o risco-benefício por paciente e tome cuidado com outros tipos de pacientes com CD30+ CTCL.

Teor de Sódio em Excipientes: O ADCETRIS contém um máximo de 2,1 mmol (ou 47 mg) de sódio por dosagem. Leve isto em consideração para pacientes em uma dieta controlada de sódio.

INTERAÇÕES
Pacientes que estão recebendo um forte inibidor de CYP3A4 e P-gp, concomitantemente com o ADCETRIS, podem ter um aumento no risco de neutropenia, devendo ser monitorados de perto. A administração conjunta do ADCETRIS com um indutor de CYP3A4 não alterou a exposição de plasma ao ADCETRIS, mas pareceu reduzir as concentrações de plasma de metabólitos de MMAE, que puderam ser testados. Não é esperado que o ADCETRIS altere a exposição a medicamentos que são metabolizados por enzimas CYP3A4.

GRAVIDEZ: mulheres em idade fértil devem utilizar dois métodos contraceptivos eficazes, durante o tratamento com o ADCETRIS, e até 6 meses após o tratamento. Não há dados do uso do ADCETRIS em mulheres grávidas, embora estudos em animais tenham indicado toxicidade reprodutiva. O ADCETRIS não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que o benefício para a mãe supere os riscos potenciais ao feto.

LACTAÇÃO (Amamentação): Não há dados se o ADCETRIS ou seus metabólitos são expelidos no leite materno, portanto um risco ao recém nascido/bebê não pode ser excluído. Com o risco potencial, uma decisão deve ser tomada se deve interromper a amamentação ou interromper / se abster da terapia com ADCETRIS.

FERTILIDADE: Em estudos não clínicos, o tratamento com ADCETRIS resultou em toxicidade testicular e pode alterar a fertilidade masculina. Aconselhe os homens sendo tratados com o ADCETRIS a não ter relações sexuais durante o tratamento e por até 6 meses após a última dosagem.

Efeitos na capacidade de conduzir e utilizar máquinas: O ADCETRIS pode ter uma influência menor na capacidade de conduzir e utilizar máquinas.

EFEITOS INDESEJÁVEIS
As reações adversas mais frequentes (≥ 10%) foram infecções, neuropatia sensorial periférica, náusea, fadiga, diarreia, pirexia, infecção do trato respiratório superior, neutropenia, erupção cutânea, tosse, vômito, artralgia, neuropatia motora periférica, reações relacionadas à infusão, prurido, constipação, dispneia, diminuição do peso, mialgia e dor abdominal.

Graves reações adversas ao medicamento foram: pneumonia, síndrome do desconforto respiratório, dor de cabeça, neutropenia, trombocitopenia, constipação, diarreia, vômito, náusea, pirexia, neuropatia motora periférica, neuropatia sensorial periférica, hiperglicemia, polineuropatia desmielinizante, síndrome de lise tumoral e síndrome de Stevens-Johnson. Graves reações adversas ao medicamento ocorreram em 12% dos pacientes. A frequência de graves reações adversas e únicas ao medicamento foi ≤ 1%.

Informações Importantes de Segurança sobre o ADCETRIS (brentuximab vedotin)

ADVERTÊNCIAS NA CAIXA: LEUCOENCEFALOPATIA MULTIFOCAL PROGRESSIVA (PML)

Infecção por vírus JC resultando em PML e morte pode ocorrer em pacientes tratados com o ADCETRIS.

Contraindicação
ADCETRIS concomitante com bleomicina devido à toxicidade pulmonar (por exemplo, infiltração intersticial e/ou inflamação).

Advertências e Precauções

Neuropatia Periférica (PN): O ADCETRIS causa PN que é predominantemente sensorial. Casos de PN motora também foram relatados. O PN induzido pelo ADCETRIS é cumulativo. Monitore quanto a sintomas como hipoestesia, hiperestesia, parestesia, desconforto, sensação de queimadura, dor neuropática ou fraqueza. Estabeleça modificações na dosagem de acordo.

Anafilaxia e reações à infusão: Reações relacionadas à infusão (IRR), incluindo anafilaxia, ocorreram com o ADCETRIS. Monitore pacientes durante a infusão. Se uma IRR ocorrer, interrompa a infusão e estabeleça a supervisão médica adequada. Se ocorrer a anafilaxia, interrompa de modo imediato e permanente a infusão e administre a terapia médica apropriada. Medique previamente pacientes com uma IRR anterior antes de infusões subsequentes. A medicação prévia pode incluir acetaminofeno, uma anti-histamina e um corticosteroide.

Toxinas Hematológicas: Neutropenia severa prolongada (≥ 1 semana) e trombocitopenia de grau 3 ou 4 ou anemia podem ocorrer com o ADCETRIS. Neutropenia febril foi relatada com o ADCETRIS. Monitore hemogramas completos antes de cada dosagem de ADCETRIS. Considere a monitoração mais frequente para pacientes com neutropenia de grau 3 ou 4. Monitore os pacientes quanto à febre. Se desenvolver neutropenia de grau 3 ou 4, considere atrasos, reduções e interrupção na dosagem, ou profilaxia G-CSF com dosagens subsequentes.

Graves infecções e infecções oportunistas: Infecções como pneumonia, bacteremia e sepse ou choque séptico (incluindo consequências fatais) foram relatadas em pacientes tratados com o ADCETRIS. Monitore de perto pacientes durante o tratamento quanto a infecções por bactérias, fungos ou vírus.

Síndrome de lise tumoral: Monitore de perto pacientes com rápida proliferação de tumores e alta carga tumoral.

Aumento da Toxicidade na Presença de Insuficiência Renal Severa: A frequência de reações adversas com grau ≥ 3 e mortes foi maior em pacientes com insuficiência renal severa comparada a pacientes com função renal normal. Evite o uso em pacientes com insuficiência renal severa.

Aumento da Toxicidade na Presença de Insuficiência Hepática Severa ou Moderada: A frequência de reações adversas com grau ≥ 3 e mortes foi maior em pacientes com insuficiência hepática severa ou moderada comparada a pacientes com função hepática normal. Evite o uso em pacientes com insuficiência hepática severa ou moderada.

Toxicidade Hepatológica: casos graves, incluindo consequências fatais, ocorreram em pacientes tratados com o ADCETRIS. Os casos foram consistentes com lesão hepatocelular, incluindo elevações de transaminases e/ou bilirrubina, e ocorreram após a primeira dosagem do ADCETRIS ou reexposição. Doença hepática preexistente, enzimas hepáticas elevadas da linha de base e medicamentos concomitantes podem aumentar o risco. Monitore as enzimas hepáticas e a bilirrubina. Pacientes com nova, piora ou toxicidade hepática recorrente podem requerer um atraso, mudança na dosagem ou interrupção do ADCETRIS.

PML: Infecção por vírus JC resultando em PML e morte foi relatada em pacientes tratados com o ADCETRIS. Primeiros sintomas ocorreram várias vezes desde o início da terapia com o ADCETRIS, com os mesmos casos ocorrendo dentro de 3 meses da exposição inicial. Outros possíveis fatores de contribuição a não ser o ADCETRIS incluem terapias prévias e doença subjacente que podem causar supressão imunológica. Considere o diagnóstico de PML em pacientes com sinais e sintomas iniciais de anormalidades do sistema nervoso central. Mantenha o ADCETRIS se for suspeito a PML e interrompa o ADCETRIS caso seja confirmada a PML.

Toxicidade pulmonar: Eventos de toxicidade pulmonar não infecciosa, incluindo pneumonia, doença pulmonar intersticial e síndrome de desconforto respiratório aguda, alguns com consequências fatais, foram relatados. Monitore pacientes quanto a sinais e sintomas, incluindo tosse e dispneia. No caso de novos ou piora dos sintomas pulmonares, mantenha a dosagem do ADCETRIS durante o avaliação e até a melhoria sintomática.

Graves Reações Dermatológicas: Síndrome de Stevens-Johnson (SJS) e necrólise epidérmica tóxica (TEN), incluindo consequências fatias, foram relatadas com o ADCETRIS. Se SJS ou TEN ocorrer, interrompa o ADCETRIS e administre a terapia médica apropriada.

Complicações hastrointestinais (GI):  pancreatite aguda, incluindo consequências fatais, foram relatadas em pacientes tratados com o ADCETRIS. Outras complicações fatais e GI graves, incluindo perfuração, hemorragia, erosão, úlcera, obstrução intestinal, enterocolite, colite neutropênica e íleo foram relatadas em pacientes tratados com o ADCETRIS. O linfoma com envolvimento GI preexistente pode aumentar o risco de perfuração. No caso de novos ou piora dos sintomas GI, realize uma avaliação imediata com diagnóstico e tratamento apropriado.

Toxicidade embrionária fetal: Com base no mecanismo de ação e estudos em animais, o ADCETRIS pode causar lesão fetal. Aconselhe mulheres com potencial reprodutivo sobre o possível risco ao feto e evite a gravidez durante o tratamento com o ADCETRIS e por pelo menos 6 meses após a dosagem final do ADCETRIS.

Reações Adversas Mais Comuns (≥ 20%): Neuropatia sensorial periférica, fadiga, náusea, diarreia, neutropenia, infecção do trato respiratório superior e pirexia.

Interações com Medicamentos:
O uso concomitante de fortes inibidores ou indutores de CYP3A4, ou inibidores de P-gp, tem o potencial de afetar a exposição ao monometil auristatina E (MMAE).

Uso em Populações Específicas
Insuficiência hepática severa ou moderada ou insuficiência renal severa: Aumento da exposição ao MMAE e de reações adversas. Evite o uso.

Aconselhe homens e parceiras sexuais com potencial reprodutivo a utilizar anticoncepcionais eficazes durante e por pelo menos 6 meses após a dosagem final do tratamento com o ADCETRIS.

Aconselhe os pacientes a relatar a gravidez imediatamente e evite a amamentação enquanto recebe o ADCETRIS.

Para informações importantes adicionais de segurança, incluindo ADVERTÊNCIAS NA CAIXA, verifique as informações completas de prescrições sobre o ADCETRIS em www.seattlegenetics.com ou www.ADCETRIS.com.

Sobre o ALUNBRIG® (brigatiniba)
ALUNBRIG é um medicamento contra o câncer descoberto pela ARIAD Pharmaceuticals, Inc., que foi adquirida pela Takeda em fevereiro de 2017. Em abri de 2017, o ALUNBRIG recebeu a Aprovação Acelerada da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos EUA para pacientes com NSCLC metastático ALK+ que avançaram na doença ou são intolerantes à crizotinib. Esta indicação é aprovada sob a Aprovação Acelerada com base no índice de reação a tumores e duração da resposta. A aprovação contínua para esta indicação pode estar sujeita à verificação e descrição de benefícios clínicos em um teste de confirmação.

O ALUNBRIG recebeu a Designação de Terapia Inovadora da FDA para o tratamento de pacientes com NSCLC ALK+ cujos tumores são resistentes ao crizotinib, sendo concedida a Designação de Medicamentos Órfãos pela FDA para o tratamento de NSCLC ALK+, NSCLC ROS1+ e EGFR+. Uma Aplicação com Autorização de Marketing (MAA) para o ALUNBRIG foi submetida à Agência Europeia de Medicamentos (EMA) em fevereiro de 2017.

O programa de desenvolvimento clínico ALTA reforça cada vez mais o compromisso em curso da Takeda em desenvolver terapias inovadoras para pessoas que vivem com CPNPC ALK+ em todo o mundo e para profissionais de saúde que tratam essas pessoas. Além do teste ALTA 1L da fase 3, o ALUNBRIG também está sendo estudado nos testes em curso da fase 1/2 e fase 2 ALTA. O teste da fase 1/2 foi concebido para avaliar a segurança, tolerabilidade, farmacocinética e atividade preliminar antitumor do ALUNBRIG. O teste ALTA piloto da fase 2 foi concebido para investigar a eficácia e segurança do ALUNBRIG em dois regimes de dosagem. A aprovação do ALUNBRIG pela FDA foi baseada principalmente em resultados do teste ALTA.

Para mais informação sobre testes clínicos do brigatiniba, visite www.clinicaltrials.gov.

INFORMAÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA SOBRE O ALUNBRIG (EUA)

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Doença Intersticial Pulmonar (ILD)/Pneumonia:  reações pulmonares fatais adversas e severas com risco à vida consistentes com doença intersticial pulmonar (ILD) / pneumonia ocorreram com o ALUNBRIG. No teste ALTA, ILD/pneumonia ocorreu em 3,7% dos pacientes no grupo de 90 mg (90 mg uma vez ao dia) e 9,1% dos pacientes no grupo de 90→180 mg (180 mg uma vez ao dia com introdução por 7 dias de 90 mg uma vez ao dia). Reações adversas consistentes com possível ILD / pneumonia ocorreram prematuramente (dentro de 9 dias de início do ALUNBRIG; o início médio foi de 2 dias) em 6,4% dos pacientes, com reações de grau 3 a 4 ocorrendo em 2,7%. Monitore quanto a novos ou piora dos sintomas respiratórios (por exemplo, dispneia, tosse, etc.), particularmente durante a primeira semana de início do ALUNBRIG. Suspenda o ALUNBRIG em qualquer paciente com novos ou piora dos sintomas respiratórios e avalie imediatamente quanto a ILD/pneumonia ou outras causas de sintomas respiratórios (por exemplo, embolia pulmonar, progressão do tumor e pneumonia infecciosa). Para ILD/pneumonia de grau 1 ou 2, reinicie o ALUNBRIG com redução da dosagem após recuperação à linha de base ou interrompa permanentemente o ALUNBRIG. Interrompa permanentemente o ALUNBRIG para ILD / pneumonia de grau 3 ou 4 ou recorrência de ILD / pneumonia de grau 1 ou 2.

Hipertensão:  no ALTA, a hipertensão foi relatada em 11% dos pacientes no grupo de 90 mg que receberam o ALUNBRIG e 21% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. A hipertensão de grau 3 ocorreu em 5,9% dos pacientes no geral. Controle a pressão sanguínea antes do tratamento com o ALUNBRIG. Monitore a pressão sanguínea após 2 semanas e pelo menos mensalmente depois disto durante o tratamento com ALUNBRIG. Suspenda o ALUNBRIG para hipertensão de grau 3 apesar da terapia adequada contra hipertensão. Mediante a solução ou melhoria da severidade ao grau 1, reinicie o ALUNBRIG em uma dosagem reduzida. Considere a interrupção permanente do tratamento com ALUNBRIG para hipertensão de grau 4 ou recorrência de hipertensão de grau 3. Tome cuidado ao administrar o ALUNBRIG em combinação com agentes contra hipertensão que causam bradicardia.

Bradicardia:  a bradicardia pode ocorrer com o ALUNBRIG. No ALTA, frequências cardíacas menores que 50 batimentos por minuto (bpm) ocorreram em 5,7% dos pacientes no grupo de 90 mg e 7,6% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. A bradicardia de grau 2 ocorreu em 1 (0,9%) paciente no grupo de 90 mg. Monitore a frequência cardíaca e a pressão sanguínea durante o tratamento com o ALUNBRIG. Monitore pacientes com mais frequência se não puder ser evitado o uso concomitante do medicamento conhecido por causar bradicardia. Para bradicardia sintomática, suspenda o ALUNBRIG e revise medicamentos concomitantes para aqueles conhecidos por causar bradicardia. Se for identificado e interrompido um medicamento concomitante conhecido por causar bradicardia ou a dosagem ajustada, reinicie o ALUNBRIG na mesma dosagem após solução da bradicardia sintomática; por outro lado, reduza a dosagem de ALUNBRIG após solução da bradicardia sintomática. Interrompa o ALUNBRIG para bradicardia com risco à vida se não for identificado nenhum medicamento concomitante contribuinte.

Distúrbio visual:  no ALTA, reações adversas que ocasionam distúrbio visual incluindo visão embaçada, diplopia e redução da acuidade visual, foram relatadas em 7,3% dos pacientes tratados com ALUNBRIG no grupo de 90 mg e 10% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. Edema macular de grau 3 e catarata ocorreram em um paciente cada no grupo de 90→180 mg. Aconselhe os pacientes a relatar quaisquer sintomas visuais. Suspenda o ALUNBRIG e realize uma avaliação oftalmológica em pacientes com novos ou piora dos sintomas visuais de grau 2 ou maior severidade. Mediante a recuperação dos distúrbios visuais de grau 2 ou 3 para severidade de grau 1 ou patamar anterior, reinicie o ALUNBRIG em uma dosagem reduzida. Interrompa permanentemente o tratamento com o ALUNBRIG para distúrbios visuais de grau 4.

Elevação da Fosfoquinase de Creatina (CPK):  no ALTA, a elevação da fosfoquinase de creatina (CPK) ocorreu em 27% dos pacientes que receberam o ALUNBRIG no grupo de 90 mg e 48% dos pacientes no grupo de 90 mg→180 mg. A incidência da elevação de CPK de Grau 3 ou 4 foi 2,8% no grupo de 90 mg e 12% no grupo de 90→180 mg. A redução da dosagem quanto à elevação de CPK ocorreu em 1,8% dos pacientes no grupo de 90 mg e 4,5% no grupo de 90→180 mg. Aconselhe os pacientes a informar sobre qualquer dor muscular sem explicação, sensibilidade ou fraqueza. Monitore os níveis da CPK durante o tratamento com o ALUNBRIG. Interrompa o ALUNBRIG se houver elevação da fosfoquinase de creatina para o Grau 3 ou 4. Após a diminuição ou restabelecimento ao Grau 1 ou do patamar inicial, reinicie o ALUNBRIG na mesma dosagem ou com uma dosagem reduzida.

Elevação de enzimam pancreáticas:  no ALTA, a elevação da amilase ocorreu em 27% dos pacientes no grupo de 90 mg e 39% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. Elevações da lipase ocorreram em 21% dos pacientes no grupo de 90 mg e 45% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. A elevação da amilase de grau 3 ou 4 ocorreu em 3,7% dos pacientes no grupo de 90 mg e 2,7% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. A elevação da lipase de grau 3 ou 4 ocorreu em 4,6% dos pacientes no grupo de 90 mg e 5,5% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. Monitore a lipase e a amilase durante o tratamento com o ALUNBRIG. Suspenda o ALUNBRIG havendo elevação da enzima pancreática de grau 3 ou 4. Mediante a solução ou recuperação ao grau 1 ou do patamar inicial, reinicie o ALUNBRIG na mesma dosagem ou com uma dosagem reduzida.

Hiperglicemia: No ALTA, 43% dos pacientes que receberam o ALUNBRIG experimentaram nova ou piora da hiperglicemia. A hiperglicemia de grau 3, baseada na avaliação laboratorial dos níveis de glicose sérica em jejum, ocorreu em 3,7% dos pacientes. Dois dos 20 (10%) pacientes com diabete ou intolerância à glicose no patamar inicial solicitaram o início da insulina enquanto recebiam o ALUNBRIG. Avalie a glicose sérica em jejum antes do início do ALUNBRIG e monitore periodicamente depois disto. Inicie ou otimize medicamentos anti-hiperglicêmicos conforme necessário. Se o controle adequado da hipoglicemia não puder ser realizado com supervisão médica apropriada, suspenda o ALUNBRIG até ser obtido o controle hiperglicêmico adequado e considere reduzir a dosagem ou interromper permanentemente o ALUNBRIG.

Toxicidade embriofetal: Com base em seu mecanismo de ação e descobertas em animais, o ALUNBRIG pode causar lesão fetal quando administrado a mulheres grávidas. Não há dados clínicos sobre o uso do ALUNBRIG em mulheres grávidas. Aconselhe as gestantes sobre o risco potencial ao feto. Aconselhe as mulheres no período fértil quanto ao uso de anticoncepcionais não hormonais eficazes durante o tratamento com ALUNBRIG e por pelo menos 4 meses após a dosagem final. Aconselhe os homens e parceiras em idade fértil a utilizar anticoncepcionais eficazes durante o tratamento e por pelo menos 3 meses após a última dosagem de ALUNBRIG.

REAÇÕES ADVERSAS
Graves reações adversas ocorreram em 38% dos pacientes no grupo de 90 mg e 40% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. As reações adversas graves mais comuns foram pneumonia (5,5% em geral, 3,7% no grupo de 90 mg e 7,3% no grupo de 90→180 mg) e ILD / pneumonia (4,6% em geral, 1,8% no grupo de 90 mg e 7,3% no grupo de 90→180 mg). Reações adversas fatais ocorreram em 3,7% dos pacientes e consistiram em pneumonia (2 pacientes), morte súbita, dispneia, insuficiência respiratória, embolia pulmonar, meningite bacteriana e urosepsia (1 paciente cada).

As reações adversas mais comuns (≥ 25%) no grupo de 90 mg foram náusea (33%), fadiga (29%), dor de cabeça (28%) e dispneia (27%), e no grupo de 90→180 mg foram náusea (40%), diarreia (38%), fadiga (36%), tosse (34%) e dor de cabeça (27%).

INTERAÇÕES COM MEDICAMENTOS
Inibidores de CYP3A: Evite o uso concomitante do ALUNBRIG com fortes inibidores de CYP3A. Evite toranja ou suco de toranja uma vez que também aumenta as concentrações de plasma de brigatiniba. Se o uso concomitante de um forte inibidor de CYP3A for inevitável, reduza a dosagem do ALUNBRIG.

Indutores de CYP3A: Evite o uso concomitante do ALUNBRIG com fortes indutores de CYP3A.

Substratos de CYP3A: A administração conjunta do ALUNBRIG com substratos de CYP3A, incluindo contraceptivos hormonais, pode resultar na diminuição de concentrações e perda da eficácia de substratos de CYP3A.

USO EM POPULAÇÕES ESPECÍFICAS
Gravidez: ALUNBRIG pode causar lesão fetal. Aconselhe as mulheres em período fértil sobre o risco potencial ao feto.

Amamentação: Não há dados referentes à secreção de brigatiniba no leite materno ou seu efeito no bebê lactante ou na produção de leite. Devido às potenciais reações adversas na amamentação de bebês, aconselhe as mulheres lactantes a não amamentar durante o tratamento com o ALUNBRIG.

Homens e mulheres em períodos férteis:

ContracepçãoAconselhe as mulheres no período fértil quanto ao uso de anticoncepcionais não hormonais eficazes durante o tratamento com o ALUNBRIG e por pelo menos 4 meses após a dosagem final. Aconselhe homens e parceiras no período fértil a utilizar anticoncepcionais eficazes durante o tratamento com o ALUNBRIG e por pelo menos 3 meses após a dosagem final.

Infertilidade: O ALUNBRIG pode causar redução da fertilidade em homens.

Uso pediátrico: A segurança e a eficácia do ALUNBRIG em pacientes pediátricos não foram determinadas.

Uso geriátrico: estudos clínicos do ALUNBRIG não incluíram números suficientes de pacientes com 65 anos ou mais para determinar se responderam de modo diferente dos pacientes mais jovens. Dos 222 pacientes no ALTA, 19,4% possuíam 65 a 74 anos e 4,1% tinham 75 anos ou mais. Nenhuma diferença clinicamente relevante em segurança ou eficácia foi observada entre pacientes ≥ 65 anos e pacientes mais jovens.

Insuficiência hepática ou renal: Nenhum ajuste de dosagem é recomendado para pacientes com insuficiência hepática suave ou insuficiência renal moderada ou suave. A segurança do ALUNBRIG em pacientes com insuficiência hepática severa ou moderada ou insuficiência renal severa não foi estudada.

Veja informações prescritivas completas sobre o ALUNBRIG nos EUA em www.ALUNBRIG.com

Sobre o NINLARO (ixazomibe) cápsulas
NINLARO™ (ixazomibe) é um inibidor oral de proteassoma que também está sendo estudado através da sequência contínua de ambientes de tratamentos do mieloma múltiplos bem como amiloidose (AL) sistêmica de subunidade proteica. Foi o primeiro inibidor oral de proteassoma a ser admitido em ensaios clínicos da Fase 3 e receber aprovação. O NINLARO foi aprovado pela Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos EUA em novembro de 2015 após uma revisão prioritária e pela Comissão Europeia em novembro de 2016. Nos EUA e Europa, o NINLARO é indicado em combinação com a lenalidomida e a dexametasona para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo que tenham recebido pelo menos uma terapia anterior. O NINLARO recebeu autorização de marketing de autoridades regulatórias em mais de 50 países.

O Ixazomibe recebeu a designação de medicamento órfão em mielomas múltiplos nos EUA e na Europa em 2011 e para amiloidose AL nos EUA e na Europa em 2012. O Ixazomibe recebeu o status de Terapia Avançada pela FDA dos EUA para amiloidose (AL) sistêmica reincidida ou refratária de cadeia leve, uma doença ultra órfã relacionada, em 2014. O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem Estar do Japão concedeu a designação de Medicamento Órfão ao ixazomibe em 2016.

O abrangente programa de desenvolvimento clínico do ixazomibe, TOURMALINE, inclui um total de seis testes pilotos em curso – cinco que juntos estão pesquisando cada população principal de pacientes com mielomas múltiplos e um em amiloidose de cadeia leve: TOURMALINE-MM1, pesquisa de ixazomibe x placebo, em combinação com lenalidomida e dexametasona em mieloma múltiplo reincidente e/ou refratário.

  • TOURMALINE-MM1, pesquisa de ixazomibe x placebo, em combinação com lenalidomida e dexametasona em mieloma múltiplo reincidente e/ou refratário
  • TOURMALINE-MM2, pesquisa de ixazomibe x placebo, em combinação com lenalidomida e dexametasona em pacientes com mieloma múltiplo recentemente diagnosticado
  • TOURMALINE-MM3, pesquisa de ixazomibe x placebo como terapia de manutenção em pacientes com mieloma múltiplo recentemente diagnosticado após terapia de indução e transplante de células tronco autólogas (ASCT)
  • TOURMALINE-MM4, pesquisa de ixazomibe x placebo como terapia de manutenção em pacientes com mieloma múltiplo recentemente diagnosticados que não tenham se submetido ao ASCT; este estudo está atualmente sendo registrado
  • TOURMALINE-MM5, pesquisa de ixazomibe mais dexametasona x pomalidomida mais dexametasona em pacientes com mieloma múltiplo reincidente e/ou refratário que tenham se tornado resistentes à lenalidomida
  • TOURMALINE-AL1, pesquisa ixazomibe mais dexametasona x escolha médica de regimes selecionados em pacientes com amiloidose AL reincidente ou refratário; este estudo atualmente está sendo registrado

Além do programa TOURMALINE, o ixazomibe vem sendo avaliado em múltiplas combinações terapêuticas para várias populações de pacientes em estudos iniciados por pesquisadores a nível mundial.

Cápsulas de NINLARO™ (ixazomibe): Importante Informação Global de Segurança

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES ESPECIAIS

Trombocitopenia foi relatada com NINLARO (28% x 14% em regimes de NINLARO e placebo, respectivamente) com nadires de plaquetas ocorrendo geralmente entre os dias 14 e 21 de cada ciclo de 28 dias e recuperação à linha de base no início do próximo ciclo. Não resultou em um aumento de eventos hemorrágicos ou transfusões de plaquetas. Monitore as contagens de plaquetas pelo menos mensalmente durante o tratamento com o NINLARO e considere a monitoração mais frequente durante os primeiros três ciclos. Administre as modificações de dosagens e transfusões de plaquetas conforme as diretrizes médicas padrão.

Toxicidades gastrointestinais foram relatadas nos regimes de NINLARO e placebo respectivamente, como diarreia (42% x 36%), constipação (34% x 25%), náusea (26% x 21%) e vômito (22% x 11%), requerendo ocasionalmente o uso de medicamentos antieméticos e contra diarreia, e tratamentos de apoio.

Neuropatia periférica foi relatada com o NINLARO (28% e 21% nos regimes de NINLARO e placebo, respectivamente). A reação relatada mais comum foi neuropatia sensorial periférica (19% e 14% nos regimes de NINLARO e placebo, respectivamente). Neuropatia motora periférica não foi comumente relatada em qualquer regime (< 1%). Monitore pacientes quanto a sintomas de neuropatia periférica e ajuste a dosagem conforme necessário.

Edema periférico foi relatado com o NINLARO (25% e 18% nos regimes de NINLARO e placebo, respectivamente). Avalie os pacientes quanto a causas subjacentes e forneça tratamento de apoio, conforme necessário. Ajuste a dosagem de dexametasona segundo informações de prescrição ou a dosagem de NINLARO para sintomas severos.

Reações cutâneas ocorreram em 19% dos pacientes no regime de NINLARO comparados ao 11% dos pacientes no regime de placebo. O tipo mais comum de erupção cutânea relatada em ambos os regimes foi maculopapular e erupção cutânea macular. Supervisione a erupção cutânea com tratamentos de apoio, modificação ou interrupção da dosagem.

Hepatotoxicidade- Insuficiência hepática induzida por medicamento, lesão hepatocelular, esteatose hepática e hepatite colestática foram relatadas de modo incomum com o NINLARO. Monitore as enzimas hepáticas regularmente e ajuste a dosagem para sintomas de grau 3 ou 4.

Gravidez- O NINLARO pode causar lesão fetal. Aconselhe pacientes do sexo masculino e feminino com potencial reprodutivo a utilizar medidas anticoncepcionais durante o tratamento e por 90 dias adicionais após a dosagem final de NINLARO. Mulheres em idade fértil devem evitar a gravidez enquanto tomam o NINLARO devido ao risco potencial ao feto. Mulheres que usam anticoncepcionais hormonais devem utilizar um método anticonceptivo adicional de barreira.

Lactação- Não se sabe se o NINLARO ou seus metabólitos são expelidos no leite humano. Pode haver eventos potenciais adversos em lactantes e, portanto, a amamentação deve ser interrompida.

POPULAÇÕES ESPECIAIS DE PACIENTES
Insuficiência hepática: reduza a dosagem inicial de NINLARO a 3 mg em pacientes com insuficiência hepática severa ou moderada.

Insuficiência renal: reduza a dosagem inicial de NINLARO a 3 mg em pacientes com insuficiência renal severa ou doença renal em estágio final (ESRD) requerendo diálise. O NINLARO não sofre diálise e, portanto, pode ser administrado sem considerar o tempo de diálise.

INTERAÇÕES COM MEDICAMENTOS
A coadministração de indutores fortes de CYP3A com NINLARO não é recomendada.

REAÇÕES ADVERSAS
As reações adversas relatadas com mais frequência (≥ 20%) no regime de NINLARO, e maior que no regime de placebo, foram diarreia (42% x 36%), constipação (34% x 25%), trombocitopenia (28% x 14%), neuropatia periférica (28% x 21%), náusea (26% x 21%), edema periférico (25% x 18%), vômitos (22% x 11%) e dor nas costas (21% x 16%). Sérias reações adversas relatadas em ≥ 2% dos pacientes incluíram trombocitopenia (2%) e diarreia (2%). Para cada reação adversa, um ou mais dos três medicamentos foi interrompido em ≤ 1% dos pacientes no regime de NINLARO.

Para resumo das características de produto da União Europeia:
http://www.ema.europa.eu/docs/en_GB/document_library/EPAR_-_Product_Information/human/003844/WC500217620.pdf
Para informações de prescrições dos EUA:
https://www.ninlarohcp.com/pdf/prescribing-information.pdf
Para monografia de produto do Canadá
http://www.takedacanada.com/ninlaropm

Sobre a Takeda Pharmaceutical Company
Takeda Pharmaceutical Company Limited (TSE: 4502) é uma empresa farmacêutica global orientada à pesquisa e desenvolvimento, que tem como compromisso melhorar a saúde e proporcionar um futuro melhor aos pacientes, ao traduzir a ciência em medicamentos que alteram vidas. A Takeda concentra seus esforços de pesquisa em em terapias para a área de oncologia, gastroenterologia e neurociência além de vacinas. A Takeda realiza P&D internamente e com parceiros para permanecer na vanguarda da inovação. Novos produtos inovadores, especialmente em oncologia e gastroenterologia, bem como a presença em mercados emergentes, fomentam o crescimento da Takeda. Cerca de 30.000 funcionários da Takeda estão empenhados em melhorar a qualidade de vida dos pacientes, trabalhando como nossos parceiros na área de saúde em mais de 70 países.

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Informações adicionais sobre a Takeda estão disponíveis através de seu site corporativo, www.takeda.com, e informações adicionais sobre a Takeda Oncology, a marca da unidade comercial global de oncologia da Takeda Pharmaceutical Company Limited, estão disponíveis através de seu site, www.takedaoncology.com.

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