África Subsaariana irá superar meio bilhão de assinantes móveis até o final da década, aponta novo estudo da GSMA

Economia móvel subsaariana está avaliada em US$ 110 bilhões – 7,7% do PIB

DAR ES SALAAM, Tanzânia--()--Mais de meio bilhão de pessoas em toda a África Subsaariana estarão subscritas a um serviço móvel no final desta década, de acordo com um novo estudo da GSMA. O novo relatório, The Mobile Economy: Sub-Saharan Africa 2017 (Economia Móvel: África Subsaariana 2017) foi publicado hoje no evento GSMA Mobile 360 – África. A previsão é de que o número de assinantes móveis exclusivos1 na África Subsaariana passe de 420 milhões (43% da população) no final de 2016 para 535 milhões (50% da população) em 2020, tornando-se a região do mundo com o crescimento mais rápido durante esse período. O relatório também destaca a crescente contribuição do ecossistema móvel da África Subsaariana para o PIB regional, bem como na criação de empregos, inovação e desenvolvimento socioeconômico.

“A África Subsaariana será um importante motor do crescimento de assinantes para a indústria móvel mundial nos próximos anos à medida que conectamos milhões de homens, mulheres e jovens anteriormente desconectados em todo o continente”, disse Mats Granryd, diretor-geral da GSMA. “As redes móveis também estão oferecendo soluções sustentáveis que abordam a falta de acesso a serviços como saúde, educação, eletricidade, água potável e serviços financeiros, que ainda afetam grande parte da população.”

Conectando os jovens e reduzindo a diferença de gênero

Espera-se que o crescimento do número de assinantes se concentre em mercados grandes e subjacentes, como a República Democrática do Congo, Etiópia, Nigéria e Tanzânia, que juntos representarão metade dos 115 milhões novos assinantes esperados na África Subsaariana até 2020. O crescimento também se concentrará em segmentos atualmente sub-representados, como o grupo etário de menos de 16 anos, que representa mais de 40% da população em muitos países, e as mulheres, atualmente com 17% menos de chances de ter uma assinatura de telefone celular que os homens.

As redes móveis também são uma ferramenta vital para a inclusão digital e financeira na África Subsaariana. Cerca de 270 milhões de pessoas na região agora acessam a internet através de dispositivos móveis, enquanto o número de contas de dinheiro móvel registrado atingiu 280 milhões. As operadoras de telefonia móvel e outras também estão alavancando a onipresença das redes móveis em toda a região para oferecer serviços que trabalham para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)2 da ONU em áreas como energia, água e saneamento, saúde e educação.

Impulsionando a economia regional e construindo uma África Digital

As tecnologias e serviços móveis geraram US$ 110 bilhões em valor econômico na África Subsaariana em 2016, equivalente a 7,7% do PIB regional3, o que deverá crescer para US$ 142 bilhões (8,6% do PIB) até 2020. O ecossistema móvel também apoiou, direta e indiretamente, aproximadamente 3,5 milhões de empregos na região no ano passado e contribuiu com US$ 13 bilhões para o setor público sob a forma de tributação.

As operadoras móveis locais investiram US$ 37 bilhões em suas redes nos últimos cinco anos, principalmente para implementar novas redes de banda larga móvel 3G/4G. Cerca de um terço das conexões móveis na região estavam sendo executadas em redes de banda larga móvel no final do ano passado, prevendo aumentar para 60% até 2020. Essas novas redes – ao lado do uso crescente de smartphones – estão impulsionando a demanda por conteúdo e serviços digitais.

“À medida que a África Subsaariana transita para níveis mais elevados de engajamento móvel, apoiada pelo crescente acesso aos serviços de dados móveis e aos dispositivos inteligentes, vemos florescer um ecossistema móvel apoiado por investimentos crescentes por parte de operadoras e outras em startups focadas nos dispositivos móveis e centros tecnológicos”, acrescentou Granryd. “Construir esta sociedade digital requer colaboração entre os governos e a indústria móvel para desenvolver políticas e programas que criem os incentivos adequados para a inovação e um ambiente propício para ampliar a conectividade a todos.”

O novo relatório, The Mobile Economy: Sub-Saharan Africa 2017 (Economia Móvel: África Subsaariana 2017) é de autoria da GSMA Intelligence, o braço de pesquisa da GSMA. Para acessar o relatório completo e infográficos relacionados, acesse: http://www.gsma.com/mobileeconomy

Mobile 360 – África

O GSMA Mobile 360 Series – África de 2017 é o terceiro de uma série de oito eventos focados na indústria e realizados em grandes cidades do mundo. Para mais informações sobre o Mobile 360 – África, acesse www.mobile360series.com/africa. Acompanhe as notícias e atualizações sobre o Mobile 360 – África (#m360Africa) no Twitter @GSMA, Facebook (www.facebook.com/Mobile360Series) e LinkedIn (www.linkedin.com/company/gsma-mobile-360-series).

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Sobre a GSMA

A GSMA representa os interesses das operadoras móveis em todo o mundo, unindo cerca de 800 operadores com mais de 300 empresas no ecossistema móvel mais amplo, incluindo fabricantes de celulares e dispositivos, empresas de software, fornecedores de equipamentos e empresas de Internet, bem como organizações em setores industriais adjacentes. A GSMA também produz eventos líderes do setor, como o Mobile World Congress, o Mobile World Congress Shanghai, o Mobile World Congress Americas e conferências do Mobile 360 Series.

Para mais informações, acesse o site corporativo da GSMA em www.gsma.com. Siga a GSMA no Twitter: @GSMA.

1 Um assinante móvel exclusivo representa um indivíduo que pode contabilizar várias conexões SIM

2 Os Estados membros das Nações Unidas adotaram um conjunto de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em setembro de 2015. Os ODS estabeleceram uma série de metas, incluindo o fim da pobreza, a suspensão das mudanças climáticas e a luta contra a injustiça e a desigualdade, até 2030. http://www.gsma.com/betterfuture/

3 A contribuição do PIB inclui contribuição direta do ecossistema (2,6%); contribuição indireta (0,7%); e melhorias de produtividade (4,3%).

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