A ACADEMIA LATINA DA GRAVAÇÃO OUTORGARÁ O PRÊMIO À EXCELÊNCIA MUSICAL A MARTINHO DA VILA, EMMANUEL, SHEILA E. & PETE ESCOVEDO, FITO PÁEZ, MILLY QUEZADA, JOAQUÍN SABINA E GILBERTO SANTA ROSA

GUILLERMO "MEMO" ACOSTA E EGIDIO CUADRADO RECEBERÃO O PRÊMIO DA JUNTA DIRETIVA

MIAMI--()--A Academia Latina da Gravação™ anunciou hoje que Martinho da Vila, Emmanuel, Sheila E. & Pete Escovedo, Fito Páez, Milly Quezada, Joaquín Sabina e Gilberto Santa Rosa receberão o Prêmio à Excelência Musical deste ano. Além deles, Guillermo "Memo" Acosta e Egidio Cuadrado receberão o Prêmio da Junta Diretiva. Os artistas serão homenageados durante uma cerimônia no dia 17 de novembro de 2021 no Four Seasons Hotel de Las Vegas, com produção executiva de Eduardo Osorio, como parte da semana da 22.a Entrega Anual do Latin GRAMMY®.

"É uma grande honra reconhecer esse grupo notável de artistas lendários, mas muito ativos, com o Prêmio à Excelência Musical deste ano e o Prêmio da Junta Diretiva", disse Gabriel Abaroa Jr., presidente/CEO de A Academia Latina da Gravação. "Suas realizações marcantes criaram um legado no mundo da música latina que transcende gerações e fronteiras. Estamos ansiosos para honrar e celebrar as realizações de cada um deles durante a Entrega Anual do Latin GRAMMY em novembro próximo, quando retornamos a Las Vegas com nossa resiliente comunidade de amantes da música latina."

O Prêmio à Excelência Musical é concedido a artistas que durante suas carreiras fizeram contribuições criativas de notável valor artístico para a música latina e suas comunidades. O Prêmio da Junta Diretiva é dado a indivíduos que fizeram contribuições significativas para a música latina durante suas carreiras, mas não necessariamente com performances. A Junta Diretiva de A Academia Latina de Gravação vota em ambas as distinções.

Contemplados com o Prêmio à Excelência Musical 2021:

Martinho da Vila (Brasil)

Martinho da Vila faz parte da essência em si da música brasileira: o coração do samba e suas variações, incluindo o movimento multicolorido da MPB (música popular brasileira). Ele estreou como solista em 1969 com o álbum que leva seu nome e que incluía sambas maravilhosos que brilham com cadência sedutora, evocando um cheiro sutil de nostalgia e saudade. Desde então, Martinho da Vila gravou quase um LP por ano e vendeu milhões de discos, ao mesmo tempo em que forjou uma estreita amizade com a escola de samba Unidos de Vila Isabel e explorou uma ampla gama de estilos em suas composições. O emocionante "Canta, Canta, Minha Gente", o aveludado "Mulheres" e a bela "Casa de Bamba" estão entre seus muitos sucessos. Seu trabalho lhe rendeu três Latin GRAMMYs.

Emmanuel (México)

O cantor mexicano Emmanuel é um dos poucos artistas que definiram a balada com beleza e profundidade. Seu álbum de estreia, com temas de sua autoria, Diez razones para cantar, foi lançado em 1977, quando a balada alcançava uma opulência quase barroca. Al final (1979) foi um sucesso internacional dois anos depois, e em 1980, Emmanuel gravou seu quarto álbum, intitulado Íntimamente, que vendeu milhões de cópias em todo o mundo, e trazia sucessos como "Insoportablemente bela", "El día que puedas", "Quiero dormir cansado" e "Todo se derrumbó". A partir desse momento, temas como "La chica de humo", "Toda la vida", "Bella Señora", "Sentirme vivo" e "La última luna" passaram a fazer parte da trilha sonora da vida de seu público fiel.

Pete Escovedo/ Sheila E. (EUA)

Ver Pete Escovedo brincar com sua filha Sheila E. é uma experiência inesquecível: dois percussionistas respirando em uníssono, conectados pelo espírito do ritmo. Pete Michael Escovedo se apaixonou pela música afro-caribenha durante sua juventude e, motivado por essa paixão, fundou um sexteto de jazz com membros de sua família, que virou a Azteca, a lendária banda de rock chicano, em 1972. Cinco anos depois, Escovedo lançou-se como solista, unificando elementos do jazz, salsa e a chamada Latin soul sob a elegante cadência de seus timbales. Nascida em uma família musical, Sheila Cecilia Escovedo ficou conhecida no final dos anos 1970 como a percussionista apaixonada da The George Duke Band. A fama internacional veio das mãos de Prince, que a convidou para participar das sessões do álbum Purple Rain. Como integrante do grupo que acompanhou Prince ao vivo, Sheila desenvolveu um híbrido requintado de pop, funk e música latina que serviu de base para os extraordinários hits "The Glamorous Life" e "A Love Bizarre".

Fito Páez (Argentina)

Um dos cantores e compositores mais brilhantes da história da música argentina, Fito Páez soube como redefinir a essência do pop-rock latino. Tornou-se conhecido nacionalmente em 1985 graças ao seu segundo álbum, Giros e em 1994 alcançou o auge do sucesso artístico e comercial com El amor después del amor, uma obra-prima influenciada pelo pop dos Beatles, com ecos sutis do folclore argentino. Foi um fenômeno de vendas, com canções como "A rodar mi vida" e "Un vestido y un amor". As letras de Páez, e suas melodias contagiantes que se tornaram hinos, conseguiram transcender seu país de origem e o levaram a ganhar oito Latin GRAMMYs e um GRAMMY®.

Milly Quezada (República Dominicana)

Em um gênero dominado por homens, até ela aparecer nos anos 1970, Milly Quezada mudou a história do merengue, com o calor e a energia contagiantes de sua voz. Sempre fiel às autênticas raízes dominicanas do gênero dançante por excelência, ela rapidamente ganhou o apelido de "rainha do merengue". Durante sua adolescência, formou com seus irmãos o grupo Milly, Jocelyn & Los Vecinos, e lançou uma série de sucessos como "Volvió Juanita", que lhe permitiram fazer uma turnê pelo continente americano, Europa e Japão. Quezada se aposentou em 1996 como resultado da trágica morte de seu marido, mas retornou como solista um ano depois, confirmando sua reputação de ser uma lenda dominicana, graças a canções clássicas como "Entre tu cuerpo y el mío", "Toma mi vida", "Porque me amaste" e "Para dar mi vida". Ela ganhou três Latin GRAMMYs.

Joaquín Sabina (Espanha)

Joaquín Sabina elevou a arte de escrever canções em espanhol a alturas inesperadas, criando um universo musical caracterizado por sua poesia excêntrica, porém simples, e suas observações sociopolíticas afiadas que influenciaram várias gerações. O lançamento de seu segundo LP, Malas compañías (1980), causou sensação, com canções eternas como "Calle Melancolía" e "Pongamos que hablo de Madrid". Sua mistura dinâmica de folclore, rock, balada boêmia, um estilo de interpretação com toques de blues, seu complexo senso de humor e uma incrível capacidade de expressar sentimentos complexos em suas letras o tornaram imensamente famoso na Espanha e na América Latina, e até hoje, ativo como sempre, ele é seguido por pelo menos três gerações diferentes.

Gilberto Santa Rosa (Porto Rico)

Gilberto Santa Rosa foi um dos poucos artistas de salsa a surgir nos anos 1980, quando a explosão do gênero da década anterior estava passando por um declínio inevitável. Depois de participar de várias orquestras porto-riquenhas dos anos 1970, em 1981 ele foi contratado pelo maestro Willie Rosario, que confirmou sua reputação como uma promessa da música tropical. Quando lançou seu primeiro LP solo, Good Vibrations, em 1986, o ganhador de cinco Latin GRAMMYs havia assimilado o estilo açucarado da salsa romântica, fundindo-o com a intensa estética afro-caribenha que tanto estimava. Esse equilíbrio invejável é a chave para hinos da salsa contemporânea como "La agarro bajando", "Conteo regressivo", "Conciencia" e "Que alguien me diga", além de ser um grande intérprete de concertos eletrizantes.

Contemplados com o Prêmio da Junta Diretiva 2021:

Guillermo "Memo" Acosta (México)

Produtor e compositor prolífico, com instinto prodigioso para descobrir talentos, Memo Acosta foi uma figura indispensável no desenvolvimento da música latina a partir dos anos 1950, como gerente de A&R na Discos Musart e fundador de sua própria gravadora, a Discos GAS. Cultivou amizades com algumas das estrelas musicais mais virtuosas de sua época e, assim, consolidou seu prestígio de saber identificar cantores e compositores em gêneros tão diversos como bolero, ranchera e até mesmo rock. Ele participou da produção de mais de 4.000 álbuns, incluindo os lendários LPs em espanhol de Nat King Cole. Um dos primeiros executivos a defender ações vigorosas contra a pirataria de discos, Acosta sempre participou com liderança e fervor em todos os aspectos da indústria.

Egidio Cuadrado (Colômbia)

Egídio Cuadrado começou a tocar acordeom aos 6 anos de idade e acabou se tornando um de seus artistas mais respeitados, destacando-se em festivais e competições de vallenato em sua Colômbia natal. No início dos anos 1990, Carlos Vives o convidou para participar do La Provincia, um grupo tropical que buscava evocar o espírito de vallenato, fundindo-o com elementos do pop-rock contemporâneo. Isso levou a várias colaborações entre os dois artistas, como a obra-prima de Vives em 1995, La tierra del olvido, onde o acordeom de Cuadrado desempenha um papel de protagonista. Um concertista nato, Cuadrado incorpora a magia do folclore colombiano e inspira uma nova geração de músicos a manter viva a tradição.

A semana do Latin GRAMMY culminará com a 22.a Entrega Anual do Latin GRAMMY®, que será transmitida ao vivo pela Univision, no dia 18 de novembro, a partir das 20h (hora da costa leste dos EUA), da MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas.

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SOBRE A ACADEMIA LATINA DA GRAVAÇÃO:

A Academia Latina da Gravação™ é uma organização internacional sem fins lucrativos, dedicada a promover, celebrar, homenagear e engrandecer a música latina e seus criadores. Entidade referência internacional da música latina, a organização é composta por profissionais da música e produz a Entrega Anual do Latin GRAMMY®, A Noite Mais Importante da Música Latina™, para honrar a excelência nas artes e ciências da gravação, além de oferecer programas educacionais e assistenciais para a comunidade musical por meio da sua Fundação Cultural Latin GRAMMY®. Para mais informações, favor visitar LatinGRAMMY.com.

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