Empregadores se preparam para retorno ao local de trabalho com estratégias focadas em manter os funcionários seguros e empolgados

A visão da Mercer em Retorno ao novo normal define maneiras pelas quais as organizações podem focar na garantia do bem-estar de seus funcionários, negócios e comunidades

NOVA YORK--()--Conforme muitos países ao redor do mundo emergem do primeiro choque da pandemia de corona vírus e as restrições de permanência em casa aos poucos removidas, muitos empregadores estão aprendendo rapidamente que retornar ao local de trabalho não é igual a retornar à vida como era antes da pandemia e, na verdade, é muito mais complicado do que o isolamento. Enquanto os empregadores buscam maneiras de preservar a saúde e o bem-estar de seus funcionários e mantê-los energizados e produtivos, eles precisam equilibrar empatia e economia, mesmo diante de decisões difíceis, constata o livro branco da Mercer "Retorno ao novo normal".

"As organizações confrontadas por uma pandemia global de impacto tão amplo não podem prever como será uma "nova normalidade", mas podem prever os desafios que poderão enfrentar", disse Martine Ferland, presidente e CEO da Mercer. “Esse território desconhecido faz com que os empregadores pensem quem deve retornar ao local de trabalho, quando e sob quais condições, como o trabalho é feito digitalmente, o que é preciso para que os funcionários estejam mental e fisicamente preparados para voltar ao trabalho; e que medidas são críticas para garantir o sucesso durante esses tempos turbulentos. Para estar o mais preparado possível, é essencial criar uma mentalidade de risco, pensando em quais protocolos e políticas, bem como nas reações que os funcionários possam ter e em como implementar as mudanças necessárias. As empresas líderes estão analisando de novo a melhor forma de retornar, sem perder de vista o uso essa redefinição como uma oportunidade de reinventar.”

A capacidade de se adaptar rapidamente será vital. Os empregadores precisarão implementar uma variedade de canais comprovados para uma comunicação eficaz ao mesmo tempo em que fornece ferramentas e suporte aos gerentes para atingir esses objetivos. Assim como a pandemia ocorreu em estágios, a recuperação econômica provavelmente também será em estágios, mas é claro que, à medida que os empregadores avançam nas práticas de retorno, precisam revisar continuamente sua relevância para tempos de mudança. Embora cada organização enfrente conjuntos únicos de desafios e variações por local, há questões distintas que são importantes.

Retorno seguro: Para gerenciar tanto a realidade clínica como as diretrizes do governo, os líderes de RH e de negócios estão trabalhando em conjunto com as partes internas interessadas, como instalações, saúde e segurança ocupacional e gerenciamento de riscos para repensar os locais de trabalho, remodelar as interações físicas com clientes e entender a realidade da nova experiência dos funcionários. Os planos de prontidão do local de trabalho, flexíveis e adaptáveis - e que auditam continuamente a segurança dentro ou fora do local de trabalho, serão inestimáveis.

As organizações devem pensar no uso de ferramentas de navegação dinâmica que se baseiam nos dados científicos e epidemiológicos mais recentes para antecipar bem como monitorar as situações em desenvolvimento. Ferramentas como o Navegador pandêmico Oliver Wyman (Oliver Wyman Pandemic Navigator) pode ajudar os empregadores a decidir quando iniciar o trabalho rotacional ou remoto e em que grau. Antes de trazer as pessoas de volta ao local de trabalho, os empregadores estão buscando planos que enfatizem a saúde e a segurança dos funcionários e suas famílias. De acordo com a pesquisa de pulso COVID-19 da Mercer, 63% planejam fornecer máscaras faciais. Ademais, as informações sobre qual inventário de EPI é necessário, quando, onde e a variedade de testes disponíveis fazem parte de uma estratégia de retorno informada e dinâmica. Mais da metade dos empregadores (56%) está implementando um retorno escalonado ao local de trabalho para permitir maior distanciamento social.

Como nem todos os trabalhos precisam do retorno ao local de trabalho e nem todos os arranjos de trabalho de casa sobreviverão à COVID-19, as organizações estão reexaminando os arranjos de trabalho remotos, flexíveis e combinados. A pesquisa da Mercer descobriu que dois terços (66%) das empresas conseguiram maior flexibilidade para trabalhar em casa e os dados indicam que os empregadores estão aproveitando a oportunidade para avaliar quais funções podem prosperar em ambiente remoto.

Muitos empregadores querem voltar a expandir seus negócios, no entanto, há preocupações associadas à complexidade de navegar em nova ordem econômica e aos desafios dos funcionários retornarem. Atividades de terceirização, como a responsabilidade pelos planos de aposentadoria dos funcionários, podem ser levadas em consideração para aliviar a carga nos recursos internos.

Retorno à estabilidade: Obter estabilidade e planejar caminho de volta a um desempenho financeiro e operacional mais robusto é crucial. À medida que os empregadores vão além dos adiantamentos iniciais dos custos, das reduções de custos e da preservação do maior número possível de empregos, é provável que entrem em ambiente diferente, com maior foco nos resultados e na produtividade dos funcionários. A priorização rigorosa de programas e processos ajudará as empresas a determinar o que sua organização deve fazer de modo a sustentar sua força de trabalho para sobreviver e crescer. Serão consideradas alternativas a licenças e demissões, como serviços de recolocação ou compartilhamento temporário de talentos. A longo prazo, alterações nos salários associados ao trabalho de casa ou transferência de funcionários para locais com custos menores ou a contingência de talentos podem ser parte da solução, juntamente com reexame dos planos de benefícios e processos automatizados de RH.

A pandemia demonstrou o quanto a maioria das pessoas e empresas pode ser adaptável, e isso se tornou um incentivo para lidar com a ruptura. Enquanto os empregadores são pressionados a fazer mais com menos, o foco na transformação dos negócios e do RH está agora como prioridade. Como resultado, eles estão pensando em como acelerar a transformação digital e redesenhar os processos de RH para torná-los eficientes e à prova de crises. Também estão procurando onde investir e desinvestir de forma estratégica para impulsionar o crescimento e qual a melhor forma de direcionar os melhores talentos para oportunidades de crescimento. Muitos outros estão definindo novos comportamentos de liderança adequados para uma nova era, juntamente com metas de sustentabilidade para remodelar a cultura das organizações e redefinir as expectativas dos funcionários.

Retorno à energia: Conforme os planos para retornar à nova normalidade começam a tomar forma, os empregadores têm uma oportunidade real de reafirmar sua direção e seus valores. A atividade de comunicação em torno de metas atualizadas e seu impacto na experiência do funcionário ajudarão a impulsionar uma onda de novas práticas cotidianas que os indivíduos reconhecem e valorizam.

Com as expectativas dos funcionários de que seus empregadores cuidem deles como jamais visto, as empresas à frente da curva estão aproveitando a oportunidade para reconfirmar sua proposta de valor e alinhar os benefícios aos valores. A pesquisa da Mercer descobriu que 39% das empresas dizem que revisarão os esforços de engajamento dos funcionários como uma prioridade da força de trabalho nos próximos três a seis meses.

"Saber o que os funcionários querem e o que está acontecendo em suas vidas pode garantir uma experiência personalizada, mesmo quando a experiência é remota, combinada ou ainda não definida", disse Kate Bravery, sócia e responsável por consultoria de soluções e insights da Mercer. “É vital envolver funcionários em práticas de comunicação transparentes e empáticas que promovam a confiança e fortaleçam a cultura do empregador. A combinação de dados com a transformação do RH permitirá às empresas oferecer uma experiência íntima dos funcionários por meio de pessoas e tecnologia.”

É importante ressaltar que o modo como as organizações tratam seus funcionários durante a pandemia definirá sua trajetória de atração de talentos para os anos seguintes. Inovações e novas maneiras de ouvir, aprender e responder às preocupações dos funcionários estão surgindo a cada dia. Mais especificamente, o acesso e a cobertura da assistência médica têm sido importantes para funcionários e empregadores. A prestação de serviços de saúde mudará à medida que os empregadores adotarem formas de tecnologia como o acesso ao atendimento virtual e à saúde comportamental, oportunidades de aprendizado e requalificação online, programas de saúde mental e suporte fornecido por cuidadores.

A curto e médio prazo, será uma montanha-russa, pois os empregadores digerem todas as consequências emocionais e econômicas da pandemia e antecipam novas ondas de contágio. Os funcionários precisarão de energia e confiança para prosperar - seja de volta ao local de trabalho, ainda em casa ou embarcando em uma tarefa. As organizações sustentáveis estão atentas para garantir que o progresso não seja perdido em áreas como diversidade e inclusão e igualdade salarial.

“De muitas formas, o pêndulo de responsabilidade passou do setor público para a organização. O valor da marca será vital saindo da COVID-19. Os empregadores que tomam ações sistêmicas para melhorar a representação de grupos sub-representados terão sucesso a longo prazo e os benefícios que o acompanham ”, disse Bravery. "Acho que o fator mais importante é que 'responder, retornar e reinventar' não é um relacionamento linear, pois as organizações enfrentam uma resposta localizada à COVID-19. Nenhum de nós tem uma bola de cristal para prever como essa situação evoluirá, portanto, as empresas devem permanecer ágeis e dispostas a se adaptar rapidamente para benefício de seu pessoal, sem esquecer de sua própria reinvenção.”

Sobre a Mercer

A Mercer acredita na construção de futuros mais brilhantes, redefinindo o mundo do trabalho, remodelando os resultados da aposentadoria e dos investimentos e gerando saúde e bem-estar reais. Os mais de 25.000 funcionários da Mercer estão baseados em 44 países e a empresa opera em mais de 130 países. A Mercer faz parte da Marsh & McLennan (NYSE: MMC), empresa líder mundial em serviços profissionais nas áreas de risco, estratégia e pessoas, com 76.000 colegas e receita anual de US$ 17 bilhões. Através de seus negócios líderes de mercado, incluindo Marsh, Guy Carpenter e Oliver Wyman, a Marsh & McLennan auxilia seus clientes a navegar um ambiente cada vez mais dinâmico e complexo. Para mais informações, acesse www.mercer.com. Siga a Mercer no Twitter @Mercer.

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Miriam Siscovick
+ 1-206-356-8549
miriam.siscovick@mercer.com

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