Takeda apresenta dados de longo prazo relacionados com o CPNPC ALK+ que mostram que o ALUNBRIG® (brigatinibe) continua apresentando superioridade na primeira linha após dois anos de monitoramento

– O ALUNBRIG reduz o risco de progressão ou morte da doença em 76% em pacientes cuja doença se espalhou para o cérebro e 57% em todos os pacientes, em comparação com o crizotinibe –

– Com o ALUNBRIG, a média da sobrevida livre de progressão foi igual a três vezes a correlação com o uso do crizotinibe –

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Understanding the ALTA-1L Trial and Second Interim Analysis Results: D. Ross Camidge, M.D., Ph.D., Joyce Zeff Chair in Lung Cancer Research, Professor of Medicine, University of Colorado Cancer Center, Denver

CAMBRIDGE (EUA) e OSAKA (Japão)--()--A Takeda Pharmaceutical Company Limited (TSE:4502/NYSE:TAK) anunciou hoje dados atualizados da Fase 3 do estudo clínico ALTA-1L, durante o qual a eficácia do ALUNBRIG em comparação ao crizotinibe foi avaliada em pacientes adultos com câncer de pulmão de células não pequenas (CPNPC) que seja positivo para quinase de linfoma anaplásico (ALK) que não haviam recebido anteriormente um inibidor de ALK. Os resultados mostram que após mais de dois anos de monitoramento, o ALUNBRIG reduziu o risco de progressão da doença ou morte em 76% (taxa de risco [HR] = 0,24, IC de 95%: 0,12–0,45) segundo a avaliação dos pesquisadores em pacientes recém-diagnosticados, cuja doença se espalhou para o cérebro no momento da inscrição. O ALUNBRIG também demonstrou uma redução de 57% (HR = 0,43, IC de 95%: 0,31–0,61) no risco de progressão da doença ou morte em todos os pacientes. Esses dados serão apresentados durante a Sessão Presidencial no Congresso Asiático da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (European Society for Medical Oncology, ESMO) de 2019, no dia 23 de novembro, em Singapura.

Os resultados do estudo ALTA-1L foram avaliados por dois órgãos separados – investigadores do estudo e um Comitê Cego Independente de Revisão Central (BIRC) – e os resultados de ambas as avaliações foram informados. No corte de dados para a segunda análise interina (28 de junho de 2019), a HR de sobrevida livre de progressão (SLP) avaliada pelo BIRC, que é o endpoint primário, foi de 0,49 (IC de 95%: 0,35–0,68, log-rank P <0,0001), demonstrando um risco reduzido de progressão ou morte da doença em 51%.

“Devido à complexidade desta doença e a longevidade esperada da população, é importante que os médicos tenham várias opções de tratamento bem toleradas e duráveis para atender às necessidades de seus pacientes”, disse D. Ross Camidge, MD. Ph.D., titular da cadeira de Joyce Zeff em Pesquisa de Câncer de Pulmão da Universidade do Colorado e investigador principal do ALTA-1L. “Com 25 meses de acompanhamento do estudo ALTA-1L, o brigatinibe continua apresentando eficácia geral e intracraniana, além de melhorar significativamente a qualidade de vida em comparação ao crizotinibe, reforçando seu potencial como terapia de primeira linha para o CPNPC ALK+.”

Dados adicionais da análise de longo prazo mostraram que pacientes recém-diagnosticados tratados com o ALUNBRIG saíram beneficiados, independentemente da presença ou ausência de metástases cerebrais na avaliação inicial, que é um dos locais mais comuns de primeira progressão e associado com a má qualidade de vida.

  • O ALUNBRIG demonstrou respostas altas e duráveis no cérebro, com pacientes com metástases cerebrais basais tendo eficácia superior ao crizotinibe, avaliadas por um BIRC, e foi observada uma separação precoce das curvas de SLP nesses pacientes.
    • O ALUNBRIG reduziu o risco de progressão da doença intracraniana ou morte em 69% em pacientes com metástases cerebrais na avaliação inicial (HR = 0,31, IC de 95%: 0,17-0,56), com uma SLP intracraniana mediana de 24 meses em comparação com 5,6 meses com o crizotinibe. A SLP mediana para pacientes com metástases cerebrais na linha de base não foi alcançada com o ALUNBRIG e foi de 5,9 meses com o crizotinibe, conforme avaliado pelos pesquisadores.
    • A taxa de resposta objetiva (TRO) intracraniana confirmada para pacientes com metástases cerebrais mensuráveis no início do estudo foi de 78% (IC de 95%: 52,4-93,6) para pacientes tratados com o ALUNBRIG e 26% (IC de 95%: 10,2-48,4) para pacientes tratados com o crizotinibe.
    • A mediana intracranial de duração da resposta (DoR) em pacientes confirmados com metástases cerebrais mensuráveis na avaliação inicial não foi alcançada (IC de 95%: 5,7 – NE) com o ALUNBRIG e foi de 9,2 meses (IC de 95%: 3,9-9,2) com o crizotinibe.
  • O ALUNBRIG demonstrou eficácia geral consistente (intenção de tratar a população) com um monitoramento mais longo de 25 meses.
    • A SLP mediana com o ALUNBRIG foi de 29,4 meses (IC de 95%: 21,2 – NE) versus 9,2 meses (IC de 95%: 7.4-12.9) com o crizotinibe, conforme avaliado pelos pesquisadores. A SLP mediana avaliada pelo BIRC foi de 24 meses (IC de 95%: 18,5 – NE) para o ALUNBRIG e de 11 meses (IC de 95%: 9.2-12.9) para o crizotinibe.
    • A TRO confirmada foi de 74% (IC de 95%: 65,5-80,9) para o ALUNBRIG e de 62% (IC de 95%: 52,9-69,7) para o crizotinibe, avaliada por um BIRC.
    • A DoR mediana não foi alcançada (IC de 95%: 19,4 – NE) com o ALUNBRIG e foi de 13,8 meses (IC de 95%: 9,3–20,8) com o crizotinibe, avaliada por um BIRC.
  • A qualidade de vida (QV) de pacientes recém-diagnosticados com CPNPC ALK+ também foi avaliada, com resultados mostrando que os pacientes tratados com o ALUNBRIG experimentaram melhorias significativas na QV relacionada com a saúde (QVRS).
    • O ALUNBRIG atrasou o tempo médio para piora na Pontuação Global de Saúde (GHS)/QV (piora na pontuação ≥10 pontos) em 27 meses versus 8 meses com o crizotinibe.
    • Os pacientes tratados com o ALUNBRIG tiveram maior duração de melhora na GHS/QV, com duração de melhora ainda não alcançada versus 12 meses com o crizotinibe.
    • O ALUNBRIG também atrasou o tempo para o agravamento e a duração prolongada da melhora em várias subescalas, como fadiga, náusea e vômito, perda de apetite e funcionamento emocional e social.

“Na Takeda, estamos comprometidos com o desenvolvimento de produtos que buscam avanços no tratamento do câncer de pulmão e abordar as necessidades não atendidas dos pacientes”, disse Phil Rowlands, chefe da Unidade de Área Terapêutica de Oncologia. “Estamos orgulhosos dos progressos realizados até agora, incluindo esses resultados atualizados do estudo ALTA-1L, que mostram que o ALUNBRIG retardou a progressão da doença por mais de dois anos e reduziu significativamente o risco de progressão da doença em pacientes com metástase cerebral na avaliação inicial. Estamos ansiosos para apresentar esses dados às autoridades reguladoras do mundo inteiro com o objetivo de disponibilizar o ALUNBRIG para pacientes com CPNPC ALK+ em todo o mundo.”

“As necessidades de tratamento individual para pacientes com CPNPC ALK+ são distintas porque o câncer não é uma doença única”, disse Bonnie Addario, cofundadora e presidente do conselho da Fundação GO2 para câncer de pulmão. “As pesquisas e ensaios clínicos em andamento, como o ALTA-1L, são essenciais para alcançar nosso objetivo de melhorar os resultados e a qualidade de vida dos pacientes na etapa inicial do tratamento. Agradecemos aos pacientes, às famílias e investigadores que participaram deste ensaio clínico, que mostra resultados significativos para aqueles com recente diagnóstico do CPNPC ALK+.”

O perfil de segurança do ALUNBRIG no estudo ALTA-1L foi, em geral, consistente com as informações de prescrição existentes dos Estados Unidos.

  • Os eventos adversos emergentes do tratamento (EAETs) Grau ≥3 mais comuns no braço ALUNBRIG foram CPK aumentado (24,3%), lipase aumentada (14,0%) e hipertensão (11,8%); e para o crizotinibe houve aumento da ALT (10,2%), AST (6,6%) e lipase (6,6%).
  • A frequência de eventos pulmonares precoces (doença pulmonar intersticial/pneumonia) no estudo ALTA-1L foi ligeiramente menor em comparação com o estudo ALTA em uma população pós-crizotinibe.
  • Os eventos pulmonares em qualquer momento ocorreram em 5,1% dos pacientes no braço ALUNBRIG e em 2,2% no braço crizotinibe.
  • As interrupções devido a EAs ocorreram em 12,5% dos pacientes no braço ALUNBRIG e 8,8% no braço crizotinibe.
  • O ALUNBRIG não está aprovado atualmente para uso em tratamento de primeira linha.

Sobre o ensaio clínico ALTA-1L
O ensaio de Fase 3 ALTA-1L (sigla para ALK em L ung Cancer Trial of BrigAtinib [Estudo clínico de Câncer de pulmão do brignatibe] em 1a Linha) do ALUNBRIG em adultos é um ensaio global multicêntrico, comparativo, aberto, randomizado e contínuo, que envolveu 275 pacientes (ALUNBRIG, n=137, crizotinibe, n=138) com quinase de linfoma anaplásico positivo (ALK+) localmente avançado ou câncer de pulmão de células não pequenas (CPNPC) metastático, que não receberam tratamento anterior com um inibidor de ALK. Os pacientes receberam o ALUNBRIG na dose de 180 mg uma vez ao dia com indução de sete dias a 90 mg uma vez ao dia, ou o crizotinibe na dose de 250 mg duas vezes ao dia.

A idade média foi de 58 anos no braço ALUNBRIG e 60 anos no braço crizotinibe. 29% dos pacientes tiveram metástases cerebrais na avaliação inicial no braço ALUNBRIG versus 30% no braço crizotinibe. 26% dos pacientes receberam quimioterapia prévia para doença avançada ou metastática no braço ALUNBRIG contra 27% no braço crizotinibe.

A sobrevida livre de progressão (SLP) avaliada pelo Comitê Cego Independente de Revisão Central (BIRC) foi o endpoint primário. Os endpoints secundários incluíram taxa de resposta objetiva (TRO) de acordo com o RECIST v1.1, TRO intracraniana, SLP intracraniana, sobrevida global (SG), segurança e tolerabilidade.

Sobre o ALUNBRIG® (brigatinibe)
O ALUNBRIG é um potente e seletivo inibidor da tirosina quinase (TKI) de última geração que foi desenvolvido para atingir e inibir a proteína de fusão da quinase de linfoma anaplásico (ALK) em câncer de pulmão de células não pequenas (CPNPC). Em abril de 2017, o ALUNBRIG recebeu a aprovação acelerada da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) para pacientes com CPNPC metastático para quinase de linfoma anaplásico positivo (ALK+) que progrediram ou são intolerantes ao crizotinibe. Essa indicação foi autorizada sob Aprovação Acelerada com base na taxa de resposta do tumor e na duração da resposta. A aprovação continuada para essa indicação pode estar condicionada à verificação e descrição do benefício clínico em um estudo confirmatório.

O ALUNBRIG está atualmente aprovado em mais de 40 países, incluindo os EUA, Canadá e a União Europeia, para o tratamento de pessoas com CPNPC ALK+ metastático cuja doença se agravou durante o tratamento com o crizotinibe ou que são intolerantes ao crizotinibe.

O ALUNBRIG recebeu a Designação de Terapia Inovadora da FDA para o tratamento de pacientes adultos com CPNPC ALK+ cujos tumores são resistentes ao crizotinibe e recebeu a designação de medicamentos órfão pela FDA para o tratamento do CPNPC ALK+, ROS1+ e CPNPC EGFR+.

Takeda e o câncer de pulmão
A Takeda se dedica a expandir a experiência em cenários de tratamento para CPNPC ALK+ e exão 20 (fator de crescimento epidérmico do exão 20, EGFR). Nossos programas abrangentes incluem os seguintes ensaios clínicos para continuar abordando as necessidades não atendidas de pessoas que vivem com câncer de pulmão:

ALUNBRIG

  • Ensaio de Fase 1/2 , que foi desenhado para avaliar a segurança, tolerabilidade, farmacocinética e atividade antitumoral preliminar do ALUNBRIG.
  • Ensaio principal de Fase 2 ALTA , que investiga a eficácia e segurança do ALUNBRIG em dois regimes de dosagem em pacientes com CPNPC ALK+ localmente avançado ou metastático, que progrediram com o crizotinibe.
  • Ensaio de Fase 3 ALTA-1L, randomizado global, que avalia a eficácia e segurança do ALUNBRIG em comparação ao crizotinibe em pacientes com CPNPC ALK+ localmente avançado ou metastático, que não receberam tratamento anterior com um inibidor do ALK.
  • Ensaio de Fase 2 J-ALTA, de braço único, multicêntrico em pacientes japoneses com CPNPC ALK+, com foco em pacientes que progrediram com o alectinibe. O recrutamento para este estudo está ocorrendo agora.
  • Ensaio de Fase 2 ALTA 2, global, de braço único, que avalia o ALUNBRIG em pacientes com CPNPC ALK+ avançado, que progrediram com alectinibe ou ceritinibe. O recrutamento para este estudo está ocorrendo agora.
  • Ensaio de Fase 3 ALTA 3, randomizado global, que compara a eficácia e segurança do ALUNBRIG versus alectinibe em participantes com CPNPC ALK+, que progrediram com o crizotinibe. O recrutamento para este estudo está ocorrendo agora.

TAK-788

  • Estudo de Fase 1/2, que avaliou a segurança, farmacocinética e atividade antitumoral do inibidor oral do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) e EGFR 2 (HER2) em pacientes com CPNPC.
  • EXCLAIM de Fase 2, coorte de extensão principal do estudo de Fase 1/2, que foi desenhado para avaliar a eficácia e segurança de TAK-788 em dosagem de 160 mg uma vez ao dia em pacientes previamente tratados com mutações inserções do exão 20 do EGFR. As inscrições para este estudo estão fechadas.
  • EXCLAIM 2 de Fase 3, estudo global randomizado, avaliando a eficácia do TAK-788 como terapia de primeira linha comparado à quimioterapia à base de platina em pacientes que nunca utilizaram medicamentos para CPNPC localmente avançado ou metastático, cujos tumores abrigam mutações de inserção do exão 20 do EGFR.
  • Estudo de Fase 1, aberto, multicêntrico, com escalonamento da dosagem, avaliando a segurança, tolerabilidade e farmacocinética do TAK-788 em pacientes japoneses com CPNPC localmente avançado ou metastático. Este estudo está totalmente inscrito.
  • Estudo de Fase 2, aberto, de braço único, avaliando a eficácia do TAK-788 em pacientes sem tratamento com CPNPC localmente avançado ou metastático, cujos tumores abrigam mutações de inserção no exão 20 do EGFR.
  • Estudo de Fase 1, aberto, de dois períodos, em sequência fixa desenhado para caracterizar a interação medicamentosa entre TAK-788 e um forte inibidor do citocromo P-450 (CYP)3A, itraconazole (parte 1) ou um forte indutor de CYP3A, rifampicina (parte 2) em indivíduos adultos saudáveis.

Para informações adicionais sobre os ensaios clínicos ALUNBRIG e TAK-788, acesse www.clinicaltrials.gov.

Sobre o CPNPC ALK+
O câncer de pulmão de células não pequenas (CPNPC) é a forma mais comum de câncer de pulmão, representando cerca de 85% dos 1,8 milhão de novos casos estimados de câncer de pulmão diagnosticados a cada ano no mundo inteiro, segundo a Organização Mundial de Saúde.1,2 Estudos genéticos indicam que rearranjos cromossômicos na quinase de linfoma anaplásico (ALK) são motivadores fundamentais em um subconjunto de pacientes com CPNPC.3 Cerca de 3% a 5% dos pacientes com CPNPC metastático têm um rearranjo no gene ALK.4,5,6

A Takeda está comprometida em continuar a pesquisa e desenvolvimento em CPNPC para melhorar as vidas dos cerca de 40 mil pacientes diagnosticados com esta forma grave e rara de câncer de pulmão no mundo todo a cada ano.7

INFORMAÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA DO ALUNBRIG

AVISOS E PRECAUÇÕES
Doença pulmonar intersticial (DPI)/pneumonia:
reações pulmonares adversas fatais e graves com ameaça à vida, consistentes com doença pulmonar intersticial (DPI)/pneumonia que ocorreram com o ALUNBRIG. No ensaio ALTA (ALTA), a DPI/pneumonia ocorreu em 3,7% dos pacientes no grupo de 90 mg (90 mg uma vez ao dia) e 9,1% dos pacientes no grupo de 90→180 mg (180 mg uma vez ao dia e nos sete dias anteriores com 90 mg uma vez ao dia). Reações adversas consistentes com DPI/pneumonia que ocorreram anteriormente (nos nove dias após o início do ALUNBRIG; o início mediano foi de dois dias) em 6,4% dos pacientes, com reações de grau 3 ao 4 a ocorrer em 2,7%. Controle para ver se há novos sintomas respiratórios ou piora (ex.: dispneia, tosse etc.), em particular durante a primeira semana de início do ALUNBRIG. Suspenda a utilização do ALUNBRIG em qualquer paciente com novos sintomas respiratórios ou piora e avalie imediatamente se existe DPI/pneumonia ou outras causas de sintomas respiratórios (ex.: embolia pulmonar, progressão do tumor e pneumonia infecciosa). Para DPI/pneumonia de grau 1 ou 2, reinicie o ALUNBRIG com redução da dosagem, após recuperar o patamar inicial ou interrompa permanentemente o ALUNBRIG. Interrompa de forma permanente o ALUNBRIG para DPI/pneumonia de grau 3 ou 4 ou recorrência de DPI/pneumonia de grau 1 ou 2.

Hipertensão: no ensaio ALTA, relatou-se casos de hipertensão em 11% dos pacientes no grupo de 90 mg, que receberam o ALUNBRIG, e 21% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. A hipertensão de grau 3 ocorreu em 5,9% dos pacientes de modo geral. Controle a pressão sanguínea antes do tratamento com o ALUNBRIG. Controle a pressão sanguínea após duas semanas e, pelo menos, mensalmente depois disto durante o tratamento com o ALUNBRIG. Suspenda a utilização do ALUNBRIG para hipertensão de grau 3, apesar da terapia anti-hipertensiva ideal. Após a redução ou melhoria para a gravidade de grau 1, reinicie o ALUNBRIG com uma dosagem reduzida. Considere a interrupção permanente do tratamento com o ALUNBRIG para hipertensão de grau 4 ou recorrência de hipertensão de grau 3. Tome cuidado ao administrar o ALUNBRIG combinado com agentes anti-hipertensivos que causam bradicardia.

Bradicardia: a bradicardia pode ocorrer com o ALUNBRIG. No ensaio ALTA ocorreram frequências cardíacas menores que 50 batimentos por minuto (bpm) em 5,7% dos pacientes no grupo de 90 mg e 7,6% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. A bradicardia de grau 2 ocorreu em 1 (0,9%) paciente no grupo de 90 mg. Controle a frequência cardíaca e a pressão sanguínea durante o tratamento com o ALUNBRIG. Controle os pacientes com mais frequência, se não for possível evitar a utilização concomitante de medicamento conhecido por causar bradicardia. Para bradicardia sintomática, suspenda o ALUNBRIG e reveja a utilização concomitante de medicamentos conhecidos por causar bradicardia. Se um medicamento concomitante conhecido por causar bradicardia for identificado e interrompido ou a dosagem ajustada, reinicie a utilização do ALUNBRIG na mesma dosagem após a redução da bradicardia sintomática; caso contrário, reduza a dosagem do ALUNBRIG, após a redução da bradicardia sintomática. Interrompa o ALUNBRIG para bradicardia com ameaça à vida se não for identificada a contribuição de medicamento de utilização concomitante.

Distúrbio visual: no ALTA, foram registadas reações adversas que provocaram distúrbio visual, incluindo visão embaçada, diplopia e redução da acuidade visual, em 7,3% dos pacientes tratados com o ALUNBRIG no grupo de 90 mg e 10% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. Ocorreram edema macular de grau 3 e catarata num paciente, cada caso no grupo de 90→180 mg. Aconselhe aos pacientes a informar sobre quaisquer sintomas visuais. Suspenda o ALUNBRIG e solicite avaliação oftalmológica para pacientes que apresentem novos sintomas visuais ou piora de gravidade do grau 2 ou superior. Após o restabelecimento dos distúrbios visuais de grau 2 ou 3 ao grau 1 ou patamar inicial, reinicie o ALUNBRIG com uma dosagem reduzida. Interrompa de forma permanente o tratamento com ALUNBRIG para distúrbios visuais de grau 4.

Elevação da creatinofosfoquinase (CPK): no ALTA, a elevação da creatinofosfoquinase (CPK) ocorreu em 27% dos pacientes que receberam o ALUNBRIG no grupo de 90 mg e 48% dos pacientes no grupo de 90 mg→180 mg. A incidência da elevação da CPK de grau 3 ou 4 foi de 2,8% no grupo de 90 mg e 12% no grupo de 90→180 mg. A redução da dosagem para a elevação de CPK ocorreu em 1,8% dos pacientes no grupo de 90 mg e 4,5% no grupo de 90→180 mg. Aconselhe aos pacientes a informar sobre qualquer dor, sensibilidade ou fraqueza muscular sem explicação. Controle os níveis da CPK durante o tratamento com o ALUNBRIG. Suspenda a utilização do ALUNBRIG se houver elevação da CPK de grau 3 ou 4. Após a redução ou restabelecimento ao grau 1 ou ao patamar inicial, reinicie o ALUNBRIG na mesma dosagem ou com uma dosagem reduzida.

Elevação das enzimas pancreáticas: no ALTA, a elevação da amílase ocorreu em 27% dos pacientes no grupo de 90 mg e 39% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. Ocorreram elevações da lípase em 21% dos pacientes no grupo de 90 mg e 45% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. A elevação da amílase de grau 3 ou 4 ocorreu em 3,7% dos pacientes no grupo de 90 mg e 2,7% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. A elevação da lípase de grau 3 ou 4 ocorreu em 4,6% dos pacientes no grupo de 90 mg e 5,5% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. Controle a lípase e a amílase durante o tratamento com o ALUNBRIG. Suspenda a utilização do ALUNBRIG, se houver elevação de enzimas pancreáticas para o grau 3 ou 4. Após a redução ou restabelecimento ao grau 1 ou ao patamar inicial, reinicie o ALUNBRIG na mesma dosagem ou com uma dosagem reduzida.

Hiperglicemia: no ALTA, 43% dos pacientes que receberam o ALUNBRIG experimentaram nova hiperglicemia ou piora. A hiperglicemia de grau 3, baseada na avaliação em laboratório de níveis de glicose sérica em jejum, ocorreu em 3,7% dos pacientes. Dois dos 20 (10%) pacientes com diabete ou intolerância à glicose no patamar inicial solicitaram o início da utilização da insulina enquanto recebiam o ALUNBRIG. Analise a glicose sérica em jejum antes do início do ALUNBRIG e depois controle periodicamente. Inicie ou otimize os medicamentos anti-hiperglicêmicos, conforme necessário. Se o controle adequado da hiperglicemia não puder ser realizado com a administração médica ideal, interrompa o ALUNBRIG até atingir o controle adequado da hiperglicemia e considere reduzir a dosagem do ALUNBRIG ou interromper permanentemente a sua utilização.

Toxidade embriofetal: com base no seu mecanismo de ação e descobertas em animais, o ALUNBRIG pode causar lesão fetal quando administrado em mulheres grávidas. Não há dados clínicos sobre o uso do ALUNBRIG em mulheres grávidas. Aconselhe às gestantes sobre o risco potencial ao feto. Aconselhe às mulheres com capacidade reprodutiva a utilizar contraceptivos não hormonais eficazes durante o tratamento com o ALUNBRIG e por, pelo menos, quatro meses após a dose final. Aconselhe aos homens com parceiras com capacidade reprodutiva a utilizar contraceptivos eficazes durante o tratamento e por, pelo menos, três meses após a última dosagem do ALUNBRIG.

REAÇÕES ADVERSAS
Ocorreram reações adversas graves em 38% dos pacientes no grupo de 90 mg e 40% dos pacientes no grupo de 90→180 mg. As reações adversas graves mais comuns foram pneumonia (5,5% do total, 3,7% no grupo de 90 mg e 7,3% no grupo de 90→180 mg) e DPI/pneumonia (4,6% do total, 1,8% no grupo de 90 mg e 7,3% no grupo de 90→180 mg). As reações adversas fatais ocorreram em 3,7% dos pacientes e consistiram em pneumonia (dois pacientes), morte súbita, dispneia, parada respiratória, embolia pulmonar, meningite bacteriana e septicemia urinária (um paciente cada).

As reações adversas mais comuns (≥25%) no grupo de 90 mg foram náusea (33%), fadiga (29%), dor de cabeça (28%) e dispneia (27%), e no grupo de 90→180 mg foram náusea (40%), diarreia (38%), fadiga (36%), tosse (34%) e dor de cabeça (27%).

INTERAÇÕES COM OUTROS MEDICAMENTOS
Inibidores de CYP3A: evite a utilização conjunta do ALUNBRIG com inibidores moderados ou fortes de CYP3A. Evite suco de toranja ou a toranja em fruta, já que também pode aumentar as concentrações de plasma do brigatinibe. Se a utilização conjunta de um inibidor forte ou moderado de CYP3A for inevitável, reduza a dosagem do ALUNBRIG.
Indutores do CYP3A: evite a utilização conjunta do ALUNBRIG com indutores fortes ou moderados de CYP3A. Se a utilização conjunta de indutores moderados de CYP3A for inevitável, aumente a dosagem do ALUNBRIG.
Substratos do CYP3A: a administração conjunta do ALUNBRIG com substratos sensíveis de CYP3A, incluindo contraceptivos hormonais, pode resultar na diminuição de concentrações e perda da eficácia dos substratos sensíveis de CYP3A.

USO EM POPULAÇÕES ESPECÍFICAS
Gravidez:
O ALUNBRIG pode causar dano ao feto. Aconselhe às mulheres com capacidade reprodutiva sobre o risco potencial ao feto.

Lactação: não existem dados referentes à secreção do brigatinibe no leite humano ou ao seu efeito no bebê lactente ou na produção de leite. Devido às potenciais reações adversas nos bebês lactentes, aconselhe às mulheres a não amamentar durante o tratamento com o ALUNBRIG.

Homens e mulheres com capacidade reprodutiva:
Teste de gravidez: verifique o estado de gravidez em mulheres com potencial reprodutivo antes de iniciar o tratamento com ALUNBRIG.
Contracepção: aconselhe às mulheres com capacidade reprodutiva a utilizar contraceptivos não hormonais eficazes durante o tratamento com o ALUNBRIG e por, pelo menos, quatro meses após a dose final. Aconselhe aos homens com parceiras com capacidade reprodutiva a utilizar contraceptivos eficazes durante o tratamento e por, pelo menos, três meses após a dosagem final do ALUNBRIG.
Infertilidade: o ALUNBRIG pode causar fertilidade reduzida nos homens.

Uso pediátrico: a segurança e eficiência do ALUNBRIG em pacientes pediátricos não foram estabelecidas.

Uso geriátrico: os estudos clínicos do ALUNBRIG não incluíram números suficientes de pacientes com idade acima de 65 anos para determinar se responderam de modo diferente dos pacientes mais jovens.

Deficiência hepática ou renal: não se recomenda quaisquer ajustes de dosagem para pacientes com insuficiência hepática suave ou insuficiência renal suave ou moderada.

Consulte a informação completa de prescrição dos EUA para o ALUNBRIG em www.ALUNBRIG.com.

Sobre a Takeda Pharmaceutical Company Limited
A Takeda Pharmaceutical Company Limited (TSE:4502/NYSE:TAK) é uma importante empresa biofarmacêutica global orientada por P&D e baseada em valores com sede no Japão. Ela possui o compromisso de proporcionar uma saúde melhor e um futuro mais brilhante a pacientes ao transformar a ciência em medicamentos altamente inovadores. A Takeda foca suas iniciativas em quatro áreas terapêuticas: Oncologia, Gastroenterologia (GI), Doenças Raras e Neurociência. Também realizamos investimentos de P&D direcionados a terapias derivadas do plasma e vacinas. Estamos nos centrando no desenvolvimento de medicamentos altamente inovadores que contribuem para fazer a diferença na vida das pessoas ao avançar a fronteira de novas opções de tratamento e potencializar nosso mecanismo aprimorado de P&D colaborativo e capacidades para criar um pipeline robusto de modalidade diversa. Nossos funcionários estão comprometidos em melhorar a qualidade de vida para pacientes, trabalhando com parceiros em cuidados de saúde em mais de 80 países e regiões.
Para mais informações, acesse https://www.takeda.com.

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As empresas nas quais a Takeda detém direta e indiretamente investimentos são entidades separadas. Neste comunicado à imprensa, “Takeda” é usado algumas vezes por conveniência, quando são feitas referências à Takeda e suas subsidiárias em geral. Da mesma forma, as palavras “nós” e “nosso” também são usadas para se referir a subsidiárias em geral ou àqueles que trabalham para elas. Essas expressões também são usadas quando nenhum objetivo útil é atendido pela identificação da empresa ou empresas em particular.

Declarações prospectivas
Este comunicado à imprensa e qualquer material distribuído em conexão com este comunicado pode conter declarações prospectivas, convicções ou opiniões sobre os negócios futuros, a posição futura e os resultados de operações da Takeda, inclusive estimativas, previsões, metas e planos da Takeda. Sem limitação, as declarações prospetivas geralmente incluem as palavras “metas”, “planos”, “acredita”, “espera”, “continua”, “espera”, “pretende”, “deseja”, “quer”, “pode”, “deveria”, “iria”, “poderia”, “antecipa”, “estima”, “projeta” ou palavras ou termos de substância similar ou a sua negativa. Quaisquer declarações prospetivas contidas neste documento são baseadas em estimativas e premissas da Takeda até esta data. Essas declarações prospectivas não representam qualquer garantia da Takeda ou sua gestão de desempenho futuro, e envolve riscos conhecidos e desconhecidos, incertezas e outros fatores, incluindo, mas não limitados a: circunstâncias econômicas em torno dos negócios da Takeda, as condições econômicas gerais no Japão, nos Estados Unidos e em todo o mundo; pressões e desenvolvimentos competitivos; leis e normas aplicáveis; o sucesso ou fracasso dos programas de desenvolvimento de produtos; decisões das autoridades reguladoras e seu cronograma; flutuações nas taxas de juros e de câmbio; reclamações e preocupações relativas à segurança ou eficácia de produtos comercializados ou candidatos a produtos; o momento e o impacto dos esforços de integração pós fusão com empresas adquiridas; e a capacidade de desinvestir ativos que não são essenciais às operações da Takeda e o momento de qualquer desinvestimento, qualquer dessas condições pode fazer com que os resultados reais, o desempenho, as aquisições e a posição financeira da Takeda sejam materialmente diferentes de qualquer resultado futuro, desempenho, realização ou posição financeira expressa ou implícita em tais declarações prospectivas. Para obter mais informações sobre estes e outros fatores que podem afetar os resultados, desempenho, realizações ou posição financeira da Takeda, consulte “Item 3. Informações principais — D. Fatores de risco” no relatório anual da Takeda no formulário 20-F arquivado na Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, disponível no site da Takeda, em: https://www.takeda.com/investors/reports/sec-filings/ ou no site www.sec.gov. Futuros resultados, desempenho, realizações ou posição financeira da Takeda podem diferir materialmente daqueles expressos ou implícitos nas declarações prospectivas. As pessoas que estiverem recebendo este comunicado à imprensa não devem depositar confiança indevida nas declarações prospectivas. A Takeda não assume nenhuma obrigação de atualizar qualquer declaração prospectiva contida neste comunicado à imprensa ou em qualquer outra declaração prospectiva que a empresa possa fazer, exceto se exigido por lei ou regra da bolsa de valores. O desempenho anterior não é um indicador de resultados futuros e os resultados da Takeda neste comunicado à imprensa podem não ser indicativos de – e não constituem – uma estimativa, previsão ou projeção dos resultados futuros da Takeda.


1 Organização Mundial da Saúde. Dados globais mais recentes sobre câncer. https://www.who.int/cancer/PRGlobocanFinal.pdf. Acessado em 11 de maio de 2019.
2 Sociedade Americana de Câncer. O que é câncer de pulmão de células não pequenas? https://www.cancer.org/cancer/non-small-cell-lung-cancer/about/what-is-non-small-cell-lung-cancer.html. Acessado em 11 de maio de 2019.
3 Kris MG, et al. JAMA, 2014;311:1998-2006.
4 Gainor JF, Varghese AM, Ou SH, et al. Clin Cancer Res. 2013;19(15):4273-81.
5 Koivunen JP, Mermel C, Zejnullahu K, et al. Clin Cancer Res. 2008; 14(13):4275-83.
6 Wong DW, Leung EL, So KK, et al. Cancer. 2009; 115(8):1723-33.
7 Chia PL, Mitchell P, Dobrovic A, John T. Clin Epidemiol, 2014;6:423-432.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

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