Novos dados de uma análise de coleta de dados indica melhoria da sobrevida geral para pacientes com câncer de próstata tratados com FIRMAGON® (Degarelix) quando comparado aos agonistas do LHRH

SAINT-PREX, Suíça--()--Novos dados publicados na edição de dezembro do European Journal of Urology indicam melhoria na sobrevida geral (OS) e na sobrevida livre de progressão do antígeno prostático específico (PSA PFS) para o degarelix (FIRMAGON®), um antagonista do hormônio liberador de gonadotropina (GnRH), quando comparado ao hormônio agonista liberador do hormônio luteinizante (LHRH). Além disso, os dados indicaram uma redução na incidência de eventos adversos das articulações, músculo-esqueléticos e do trato urinário para homens com câncer de próstata tratados com degarelix, em vez dos agonistas de LHRH. Entretanto, a taxa geral de qualquer evento adverso (incluindo rubores quentes e reações no local da injeção) foi maior no grupo do degarelix que no grupo dos agonistas do LHRH.

Os resultados mostraram uma melhoria de 29% no PSA PFS* (p=0,017) e melhoria de 53% na sobrevida em geral (p=0,023) para homens com câncer de próstata, que foram tratados com degarelix, em vez de um agonista do LHRH.

O autor chefe do estudo, Professor Laurence Klotz, médico, do Sunnybrook Health Sciences Centre da Universidade de Toronto, no Canadá, disse: “Estes dados obtidos mostraram que o degarelix melhorou as taxas de sobrevida em geral em comparação com agonistas do LHRH. Isso é encorajador para os médicos que tomam decisões de tratamento para os seus pacientes com câncer de próstata”.

Estas conclusões são baseadas em uma análise de dados de 1.925 homens com câncer de próstata de cinco estudos prospectivos, randomizados, da fase III ou IIIb.1 Homens que precisam de terapia de supressão androgênica para o tratamento do câncer de próstata receberam degarelix (n=1.266) ou um agonista existente do LHRH (goserelina, n=458; leuprolide, n=201). O conjunto completo de análise utilizado para a análise da eficácia consistiu de 1.920 pacientes. Destes, 1.263 receberam degarelix, 456 goserelina e 201 leuprolide. Os pacientes tratados com degarelix receberam uma dose de 240 mg em todos os estudos e a maioria dos pacientes recebeu uma dose de manutenção de 80 mg. A maioria dos pacientes recebeu tratamento durante um ano, enquanto que os demais pacientes foram tratados por 3 meses.

Em termos de eventos adversos relacionados com a doença, para os pacientes que tomam degarelix, houve um número significativamente menor de eventos músculo-esqueléticos (p = 0,007) e uma incidência significativamente menor de todas as infecções do trato urinário (p = 0,023) em comparação com os pacientes tratados com agonistas de LHRH. Além disso, no grupo do degarelix houve menos pacientes que sofreram uma fratura (p = 0,064) (embora isso não tenha sido estatisticamente significativo) e houve sinais e sintomas comuns relacionados significativamente menos frequentes (p = 0,041) em relação ao ramo do tratamento com o agonista do LHRH.

A taxa geral de qualquer evento adverso foi significativamente superior no grupo do degarelix (74%) em relação ao grupo do agonista do LHRH (68%), (p=0,002). Especificamente, reações como rubores quentes e no local das injeções, incluindo dor, eritema, inchaço e nódulos, foram mais frequentes no grupo do degarelix.

FIRMAGON® (degarelix) foi aprovado para o tratamento do câncer avançado de próstata hormônio-dependente, tanto na UE quanto nos EUA em 2009. Hoje, ele está disponível em aproximadamente 40 países do mundo, incluindo um número crescente de países na Ásia, América Latina e Oriente Médio.

FIM

Sobre o FIRMAGON®

O FIRMAGON® possui características químicas e um mecanismo de ação inovador, diferente das terapias hormonais usadas normalmente. Administrado com uma injeção subcutânea profunda, o FIRMAGON® reduz rapidamente o nível de testosterona bloqueando os receptores de GnRH na glândula pituitária. Bloqueando os receptores o lançamento de hormônios luteinizantes e hormônios estimulantes folículos será suprimido, resultando em uma redução da produção de testosterona pelos testículos a um nível muito reduzido em apenas três dias. O câncer de próstata é dependente da testosterona para crescer, e a redução dos níveis de testosterona retarda o crescimento das células cancerígenas.

Em estudos clínicos, o FIRMAGON,®, geralmente, foi bem tolerado. Efeitos colaterais comuns são rubores quentes, dor e eritema no local da injeção, aumento de peso, nasofaringite, fadiga e dor nas costas.2

Sobre o câncer de próstata

O câncer de próstata é a forma mais comum de câncer do sexo masculino no mundo ocidental,3 e a segunda maior causa de morte por câncer em homens em alguns países.4 Cerca de 417.000 novos casos de câncer de próstata são diagnosticados na Europa a cada ano. Em todo o mundo esse número sobe para 1.100.000 novos casos.5 Para obter mais informações da mídia e alertas de notícias sobre o câncer de próstata, acesse o site de informações da Ferring: www.ProstateCancerLiving.com

Sobre a Ferring

Com sede na Suíça, a Ferring Pharmaceuticals é um grupo biofarmacêutico ativo especializado, orientado para pesquisas, que atua em mercados globais. A empresa identifica, desenvolve e comercializa produtos inovadores nas áreas de saúde reprodutiva, urologia, gastroenterologia, endocrinologia e ortopedia. A Ferring tem suas próprias subsidiárias operacionais em cerca de 60 países e comercializa seus produtos em mais de 110 países. Para saber mais sobre a Ferring ou seus produtos, acesse: www.ferring.com.

© 2013 Ferring B.V.

FIRMAGON® é uma marca registrada propriedade da Ferring B.V.

1 Klotz,L. et al. Disease Control Outcomes from Analysis of Pooled Individual Patient Data from Five Comparative Randomised Clinical Trials of Degarelix Versus Luteinising Hormone-releasing Hormone Agonists, European Urology. 66(6), p. 1101-1108

2 Van Poppel H, De La Rosette JJ, Persson B.E et al. Grupo de estudo do degarelix; avaliação de longo prazo do degarelix, um bloqueador-receptor do hormônio liberador de gonadotropina (GnRH), investigado em um estudo multicêntrico, randomizado, em pacientes com câncer de próstata (CAP). Resumo (23.) Euro Urology Supplement 2007;6(2):28

3 University of Iowa Hospitals and Clinics. Disponível em: http://www.uihealthcare.org/2column.aspx?id=236746 [Acessado em 24 de novembro de 2014]

4 American Cancer Society. Disponível em: http://www.cancer.org/docroot/cri/content/cri_2_4_1x_what_are_the_key_statistics_for_prostate_cancer_36.asp [Acessado em 24 de novembro de 2014]

5 Cancer Research UK. Disponível em: http://publications.cancerresearchuk.org/downloads/product/CS_KF_PROSTATE.pdf [Acessado em 24 de novembro de 2014]

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Emma Coughlan
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