Takeda Expõe Dados que Podem Remodelar o Futuro dos Tratamentos de Câncer no Sangue durante o 59o Encontro Anual da Sociedade Americana de Hematologia

– Resultados do Teste ECHELON-1 da Fase 3 do ADCETRIS® (brentuximab vedotin) em Linfoma de Hodgkin em Nível Avançado a ser Apresentado na Sessão Plenária –

– Mais de 10 Resumos Destacam o Portfolio Expandido de Hematologia-Oncologia da Takeda em Linfoma, Mieloma Múltiplo, Leucemia Mieloide Crônica e Leucemia Mieloide Aguda –

CAMBRIDGE, Mass. & OSAKA, Japão--()--Takeda Pharmaceutical Company Limited (TSE: 4502) anunciou hoje que irá apresentar um total de 11 resumos patrocinados pela empresa no 59o Encontro Anual da Sociedade Americana de Hematologia (ASH) que será realizado em Atlanta de 9 a 12 de dezembro de 2017. A Takeda irá apresentar descobertas da fase 3 e dados de etapas preliminares a partir de estudos clínicos através do amplo portfólio de oncologia da empresa. Particularmente, dados de testes clínicos ECHELON-1 da fase 3 avaliando o ADCETRIS® (brentuximab vedotin) como parte de um regime de quimioterapia combinada de primeira linha em pacientes com linfoma de Hodgkin avançado não tratado previamente serão apresentados na Sessão Plenária Científica.

"Iremos apresentar este ano na ASH dados que realmente tem potencial para mudar a forma como os pacientes com câncer no sangue são tratados", disse Christophe Bianchi M.D., Presidente da Unidade Global de Negócios em Oncologia da Takeda. "Os dados positivos do teste ECHELON-1 representam um marco no tratamento de primeira linha do linfoma de Hodgkin avançado – uma população na qual um em cada três pacientes não chega à redução a longo prazo após a terapia padrão de primeira linha. Além disto, os dados do mundo real em mieloma múltiplo que compartilhamos irão ajudar a comunidade a entender melhor discrepâncias entre a efetividade e a eficácia em testes clínicos em relação ao mundo real."

Dados completos do teste ECHELON-1 da fase 3 serão apresentados pela primeira vez durante a Sessão Plenária Científica em parceria com a Seattle Genetics. Dados de primeira linha do ECHELON-1, que foram relatados em junho de 2017, demonstraram que o teste satisfez seu estágio final primário de uma melhoria estatisticamente significativa na sobrevivência sem progressão (PFS) modificada em relação ao ramo de controle. A taxa de PFS modificada de dois anos para pacientes no ramo ADCETRIS foi 82,1% comparado a 77,2% no ramo de controle (HR=0,770; p-value=0,035). O perfil de segurança do ADCETRIS+AVD no teste ECHELON-1 foi consistente com aquele conhecido para componentes de agente único do regime. Além disto, análises atualizadas de dados ALCANZA da fase 3 serão apresentados, mostrando que dados a longo prazo continuaram a mostrar significativo benefício clínico para ADCETRIS em relação à escolha do pesquisador de metotrexato ou bexarotena.

A Takeda também irá compartilhar dados para ajudar no entendimento avançado do mundo real em relação às experiências clínicas de testes em mieloma múltiplo bem como dados sobre a eficácia e segurança da terapia de manutenção a longo prazo do NINLARO® (ixazomib) em pacientes com mieloma múltiplo recentemente diagnosticado não sujeito a um transplante de células tronco. Além disto, a empresa irá apresentar dados do estudo fundamental PACE da fase 2 do ICLUSIG® (ponatinib) e descobertas da pesquisa investigativa de TAK-659 para linfoma não de Hodgkin e leucemia mieloide aguda.

Onze resumos patrocinados pela Takeda foram aceitos para apresentação durante o ASH 2017, incluindo:

Nota: Todos os horários relacionados estão no Horário Oriental Padrão

ADCETRIS (brentuximab vedotin):

Mieloma Múltiplo/NINLARO (ixazomib):

ICLUSIG (ponatinib)

Fonte de informação:

Para informações adicionais, o programa ASH está disponível aqui: https://ash.confex.com/ash/2017/webprogram/start.html

Sobre o ADCETRIS

ADCETRIS® (brentuximab vedotin) é um conjugado farmacêutico de anticorpos (ADC) abrangendo um anticorpo monoclonal CD30 fixado por um vinculador clivável de protease a um agente disruptivo microtúbulo, monometil auristatina E (MMAE), utilizando tecnologia de propriedade da Seattle Genetics. O ADC emprega um sistema de vinculadores que é concebido para ser estável na corrente sanguínea e liberar o MMAE após internalização em células com tumor positivo CD30.

A Comissão Europeia concedeu autorização condicional de marketing ao ADCETRIS em outubro de 2012 para duas indicações: (1) para o tratamento de pacientes adultos com linfoma de Hodgkin reincidente ou refratário positivo CD30 após transplante autólogo de células tronco (ASCT), ou após pelo menos duas terapias preliminares quando o ASCT ou a quimioterapia com agentes múltiplos não for uma opção de tratamento, e (2) o tratamento de pacientes adultos com linfoma anaplástico sistêmico de células grandes reincidente ou refratário (sALCL). Em janeiro de 2016, a Comissão Europeia aprovou uma variação tipo II para incluir dados no novo tratamento de pacientes adultos com linfoma de Hodgkin ou sALCL que responderam previamente ao ADCETRIS e que reincidiram posteriormente. Em junho de 2016, a Comissão Europeia estendeu a aprovação condicional atual do ADCETRIS e aprovou o ADCETRIS para o tratamento de pacientes adultos com linfoma de Hodgkin positivo CD30 tendo aumento de risco de reincidência ou progressão após o ASCT. O ADCETRIS recebeu a autorização de marketing de autoridades regulatórias em 65 países. Veja informações importantes de segurança abaixo.

O ADCETRIS está sendo amplamente avaliado em mais de 45 testes clínicos em andamento, incluindo o teste ALCANZA da fase 3 no linfoma de células T cutâneo positivo CD30 (CTCL) e dois estudos adicionais da fase 3, um no linfoma clássico de Hodgkin de primeira linha (ECHELON-1) e um em linfomas de células T maduras positivos CD30 de primeira linha (ECHELON-2), bem como testes em muitos tipos adicionais de malignidades positivas CD30.

A Seattle Genetics e a Takeda estão desenvolvendo o ADCETRIS de forma conjunta. Sob os termos do acordo de colaboração, a Seattle Genetics possui o direito de comercialização do produto nos EUA e Canadá, enquanto a Takeda possui o direito de comercialização do ADCETRIS no resto do mundo. Ambas as empresas estão financiando conjuntamente os custos de desenvolvimento do ADCETRIS, sendo 50% para cada uma, exceto no Japão, onde a Takeda é a única responsável pelos custos de desenvolvimento.

Informações Importantes de Segurança da União Europeia sobre o ADCETRIS (brentuximab vedotin)

CONTRAINDICAÇÕES

O ADCETRIS é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade ao brentuximabe vedotina e seus excipientes. Além disso, o uso combinado de ADCETRIS com bleomicina é contraindicado, pois causa toxicidade pulmonar.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES ESPECIAIS

Leucoencefalopatia multifocal progressiva (PML): Reativação do vírus de John Cunningham (JCV) resultando em PML e morte pode ocorrer em pacientes tratados com ADCETRIS. O PML foi relatado em pacientes que receberam ADCETRIS após passarem por múltiplos regimes de quimioterapia preliminar.

Os pacientes devem ser monitorados de perto com relação a sinais ou sintomas neurológicos, cognitivos ou comportamentais novos ou agravados, que podem ser indicativos de PML. Avaliação sugerida de PML inclui consulta neurológica, ressonância magnética do cérebro aprimorada com gadolínio e análise de fluido cerebroespinhal para DNA de JVC por reação em cadeia de polimerase ou uma biópsia do cérebro com evidência de JCV. A dosagem de ADCETRIS deve ser suspensa, para qualquer caso suspeito de PML, e o medicamento deve ser interrompido permanentemente se um diagnóstico de PML for confirmado.

Pancreatite: Pancreatite aguda foi observada em pacientes tratados com ADCETRIS. Consequências fatais foram relatadas. Pacientes devem ser estritamente monitorados quanto à nova ou piora da dor abdominal, que pode ser sugestiva de pancreatite aguda. A avaliação do paciente pode incluir exame físico, avaliação em laboratório quanto à amilase sérica e lipase sérica, bem como imagem abdominal, como ultrassom e outras medidas apropriadas de diagnóstico. O ADCETRIS deve ser interrompido para qualquer caso suspeito de pancreatite aguda. O ADCETRIS deve ser suspenso se for confirmado um diagnóstico de pancreatite aguda.

Toxicidade Pulmonar: Casos de toxicidade pulmonar, alguns com consequências fatais, foram relatados em pacientes recebendo ADCETRIS. Embora uma associação de causa com o ADCETRIS não tenha sido estabelecida, o risco de toxicidade pulmonar não pode ser descartado. Novos ou piora dos sintomas pulmonares devem ser avaliados imediatamente e tratados de modo adequado.

Graves infecções e infecções oportunistas: Graves infecções como pneumonia, bacteremia com estafilococos, sepsia / choque séptico (incluindo consequências fatais), zona de herpes e infecções oportunistas como pneumonia Pneumocystis Jiroveci e candidíase oral foram relatadas em pacientes tratados com ADCETRIS. Pacientes devem ser monitorados com cuidado durante o tratamento emergencial de possíveis infecções graves e oportunistas.

Reações Relacionadas à Infusão (IRR): IRR imediata e com atraso, bem como anafilaxia, ocorreram com o ADCETRIS. Pacientes devem ser monitorados com cuidado durante e após uma infusão. Se ocorrer a anafilaxia, a administração de ADCETRIS deve ser suspensa de modo imediato e permanente bem como terapia médica apropriada deve ser administrada. Se uma IRR ocorrer, a infusão deve ser interrompida e estabelecida a supervisão médica apropriada. A infusão pode ser reiniciada em uma taxa mais lenta após a solução do sintoma. Pacientes que experimentaram uma IRR anterior devem ser medicados previamente para infusões subsequentes. IRRs são mais frequentes e mais severas em pacientes com anticorpos ao ADCETRIS.

Síndrome de lise tumoral (TLS): TLS foi relatada com o ADCETRIS. Pacientes com tumor de rápida proliferação e alta carga de tumor têm risco de TLS. Esses pacientes devem ser monitorados de perto e tratados de acordo com as melhores práticas médicas.

Neuropatia periférica (PN):O tratamento com ADCETRIS pode causar PN, sensorial e motora. A PN induzida por ADCETRIS é normalmente cumulativa e reversível, na maioria dos casos. Os pacientes devem ser monitorados com relação a sintomas de PN, como hipoestasia, hiperestesia, parestesia, desconforto, sensação de queimação, dor neuropática ou fraqueza. Pacientes com PN nova ou agravada podem exigir atraso, e redução da dose de ADCETRIS.

Toxicidades hematológicas: Anemia Grau 3 ou Grau 4, trombocitopenia e neutropenia Grau 3 ou Grau 4 prolongada (durante uma semana ou por mais de uma semana) pode ocorrer com o ADCETRIS. Contagens sanguíneas completas devem ser monitoradas, antes da administração de cada dose.

Neutropenia febril: Neutropenia febril foi relatada. Os pacientes devem ser monitorados de perto com relação a febre e tratados de acordo com a melhor prática médica, se desenvolverem neutropenia febril.

Síndrome de Stevens-Johnson (SJS): SJS e necrólise epidérmica tóxica (TEN) foram relatadas com ADCETRIS. Desfechos fatais foram relatados. Se ocorrer SJS ou TEN, o tratamento com ADCETRIS deverá ser interrompido e tratamento médico adequado deve ser administrado.

Complicações Gastrointestinais (GI): Complicações GI, algumas com consequências fatais, incluindo obstrução intestinal, íleo, enterocolite, colite neutropênica, erosão, úlcera, perfuração e hemorragia, foram relatadas. Novos ou piora dos sintomas GI devem ser avaliados imediatamente e tratados de modo adequado.

Hepatotoxicidade:Elevações na alanina aminotransferase (ALT) e no aspartato aminotransferase (AST) foram relatadas. Ocorreram casos graves de hepatotoxicidade, incluindo desfechos fatais. A função do fígado deve ser testada, antes do início do tratamento e monitorada, rotineiramente, em pacientes que recebem ADCETRIS. Pacientes com hepatotoxicidade podem exigir atraso, modificação da dose ou interrupção do ADCETRIS.

Hiperglicemia: A hiperglicemia foi relatada durante ensaios em pacientes com índice de massa corporal (BMI) elevado com ou sem histórico de diabetes mellitus. No entanto, qualquer paciente que tenha um evento de hiperglicemia deve ter a glicose sérica monitorada de perto. Tratamento antidiabetes deve ser administrado, conforme adequado.

Deficiência renal e hepática: Há experiência limitada em pacientes com deficiência renal e hepática. Dados disponíveis indicam que a liberação de MMAE pode ser afetada por deficiência renal grave, deficiência hepática e por concentrações baixas de albumina no sangue. A dose inicial recomendada em pacientes com deficiência hepática ou deficiência renal grave é de 1,2 mg/kg, administrada como infusão intravenosa, durante 30 minutos, a cada três semanas. Pacientes com deficiência renal ou hepática devem ser monitorados de perto com relação a eventos adversos.

Conteúdo de sódio em excipientes: Este produto medicinal contém um máximo de 2,1 mmol (ou 47 mg) de sódio por dose. Para ser levado em consideração para pacientes em uma dieta controlada de sódio.

INTERAÇÕES
Pacientes que estão recebendo um forte inibidor de CYP3A4 e P-gp, concomitantemente com o ADCETRIS podem ter um aumento de risco de neutropenia e devem ser estritamente monitorados. A coadministração do ADCETRIS com um indutor de CYP3A4 não alteraram a exposição do plasma ao ADCETRIS, mas pareceram reduzir as concentrações de plasma de metabolitos de MMAE, que poderiam ser analisados. Não é esperado que o ADCETRIS se altere com exposição a medicamentos que são metabolizados por enzimas CYP3A4.

GRAVIDEZ: Mulheres em idade fértil devem usar dois métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento com ADCETRIS e até seis meses depois do tratamento. Não há dados do uso do ADCETRIS em mulheres grávidas, embora estudos em animais tenham mostrado toxicidade reprodutiva. O ADCETRIS não deve ser usado durante a gestação, a menos que o benefício para a mãe seja maior que os possíveis riscos para o feto. Se uma mulher grávida precisar ser tratada, ela deverá ser claramente informada sobre o possível risco para o feto.

LACTAÇÃO (amamentação): Não há dados sobre se o ADCETRIS ou seus metabólitos são excretados no leite humano e, portanto, não é possível excluir um risco para o recém-nascido. Com o possível risco, uma decisão deve ser tomada, se a amamentação ou o tratamento com ADCETRIS deve ser interrompido.

FERTILIDADE: Em estudos não clínicos, o tratamento com ADCETRIS resultou em toxicidade testicular e pode alterar a fertilidade masculina. Homens sendo tratados com esse medicamento são aconselhados a não tentar ter filhos durante o tratamento ou por até seis meses depois da última dose.

REAÇÕES ADVERSAS

Reações adversas sérias ao medicamento foram: pneumonia, síndrome do desconforto respiratório agudo, dor de cabeça, neutropenia, trombocitopenia, constipação, diarreia, vômito, náusea, pirexia, neuropatia motor periférica, neuropatia sensorial periférica, hiperglicemia, polineuropatia com desmielinização, síndrome de lise tumoral e síndrome de Stevens-Johnson.

Nos estudos clínicos de ADCETRIS, reações adversas definidas como muito comuns (≥1/10) foram: infecção, infecção do trato respiratório superior, neutropenia, PN (sensorial e motora), tosse, dispneia, diarreia, náusea, vômito, constipação, dor abdominal, alopecia, prurido, mialgia, artralgia, fadiga, calafrios, pirexia, reações relacionadas à infusão e perda de peso. Reações adversas definidas como comuns (≥1/100 a <1/10) foram: Sepse/choque séptico, herpes zoster, pneumonia, herpes simplex, anemia, trombocitopenia, hiperglicemia, tontura, polineuropatia com desmielinização, ALT/AST aumentada, erupções na pele e dor nas costas.

Informações importantes de segurança do ADCETRIS nos EUA (brentuximabe vedotina)

AVISO EM CAIXA
AVISO DE LEUCOENCEFALOPATIA MULTIFOCAL PROGRESSIVA (PML): Infecção por vírus JC resultando em PML e morte pode ocorre em pacientes tratados com ADCETRIS.

Contraindicação
ADCETRIS concomitante com bleomicina devido à toxicidade pulmonar (por ex., infiltração intersticial e/ou inflamação).

Avisos e precauções

  • Neuropatia Periférica (PN): O ADCETRIS causa neuropatia periférica que é predominantemente sensorial. Casos de PN motora também foram relatados. PN induzida por ADCETRIS é cumulativa. Monitore quanto a sintomas como hipoestesia, hiperestesia, parestesia, desconforto, sensação de queimação, dor neuropática ou fraqueza. Estabeleça modificações de dosagem em conformidade.
  • Anafilaxia e reações à infusão: Reações relacionadas à infusão, incluindo anafilaxia ocorreram com o ADCETRIS. Monitore os pacientes durante a infusão. Se ocorrerem reações relativas à infusão, interrompa a mesma e estabeleça a administração médica apropriada. Se ocorrer a anafilaxia, suspenda de modo imediato e permanente a infusão e administre a terapia médica apropriada. Medique previamente pacientes com IRR preliminares antes de infusões subsequentes. A medicação prévia pode incluir acetaminofeno, uma anti-histamina e um corticosteróide.
  • Toxicidades hematológicas: Neutropenia severa prolongada (≥ 1 semana) e trombocitopenia de grau 3 ou 4 ou anemia podem ocorrer com ADCETRIS. Neutropenia febril foi relatada com o ADCETRIS. Monitore contagens sanguíneas completas antes de cada dosagem de ADCETRIS. Considere a monitoração mais frequente para pacientes com grau 3 ou 4 de neutropenia. Monitore pacientes quanto à febre. Se desenvolverem neutropenia de grau 3 ou 4, considere atrasos de dosagem, reduções ou interrupção, ou profilaxia G-CSF com doses subsequentes.
  • Graves infecções e infecções oportunistas: Infecções como pneumonia, bacteremia e sepsia ou choque séptico (incluindo consequências fatais) foram relatadas em pacientes tratados com ADCETRIS. Monitore pacientes de perto durante o tratamento quanto a infecções bacterianas, virais ou por fungos.
  • Síndrome de lise tumoral: Monitore estritamente pacientes com tumor em rápida proliferação e elevado agravamento do tumor.
  • Aumento de toxicidade na presença de insuficiência renal grave: A frequência de reações adversas de grau ≥ 3 e mortes foi maior em pacientes com insuficiência renal grave comparada a pacientes com função renal normal. Evite o uso em pacientes com insuficiência renal grave.
  • Aumento de toxicidade na presença de insuficiência hepática moderada ou grave: A frequência de reações adversas de grau ≥ 3 e mortes foi maior em pacientes com insuficiência hepática moderada ou grave comparada a pacientes com função hepática normal. Evite o uso em pacientes com insuficiência hepática moderada ou grave.
  • Toxicidade hepática: Casos graves, incluindo consequências fatais, ocorreram em pacientes tratados com ADCETRIS. Casos foram consistentes com lesão celular hepática, incluindo elevações de transaminase e/ou bilirrubina, ocorrendo após a primeira dosagem de ADCETRIS ou rejeição. Doença hepática pré-existente, elevada linha de base de enzimas no fígado e medicamentos concomitantes podem aumentar o risco. Monitore as enzimas no fígado e a bilirrubina. Pacientes com nova, piora ou recorrência da toxicidade hepática podem requerer um atraso ou mudança na dosagem, ou suspensão do ADCETRIS.
  • Leucoencefalopatia Multifocal Progressiva (PML): Infecções por vírus JC resultando em PML e morte foram relatadas em pacientes tratados com ADCETRIS. Os primeiros sintomas ocorreram em várias momentos desde o começo da terapia com ADCETRIS, com alguns casos ocorrendo dentro de 3 meses da exposição inicial. Outros possíveis fatores de contribuição diversos do ADCETRIS incluíram terapias preliminares e doença subjacente que podem causar supressão imunológica. Considere o diagnóstico de PML em pacientes com sinais e sintomas recentes de anomalias no sistema nervoso central. Interrompa o ADCETRIS se PML for suspeita e suspenda o ADCETRIS se PML for confirmada.
  • Toxicidade pulmonar: Foram relatados eventos não infecciosos de toxicidade pulmonar, incluindo pneumonia, doença pulmonar intersticial e síndrome de insuficiência respiratória aguda, sendo alguns com consequências fatais. Monitore pacientes quanto a sinais e sintomas, incluindo tosse e dispneia. No caso de novos ou piora dos sintomas pulmonares, interrompa a dosagem do ADCETRIS durante a avaliação e até a melhora sintomática.
  • Sérias reações dermatológicas: Síndrome de Stevens-Johnson (SJS) e necrólise epidérmica toxica (TEN), incluindo consequências fatais, foram relatadas com o ADCETRIS. Se ocorrer SJS ou TEN, suspenda o ADCETRIS e administre a terapia médica apropriada.
  • Complicações Gastrointestinais (GI): Complicações GI sérias e fatais, incluindo perfuração, hemorragia, erosão, úlcera, obstrução intestinal, enterocolite, colite neutropênica e íleo ocorreram em pacientes tratados com ADCETRIS. Linfoma com envolvimento GI pré-existente pode aumentar o risco de perfuração. No caso de novos ou piora dos sintomas GI, realize uma avaliação com diagnóstico imediato e tratamento apropriado.
  • Toxicidade embrio-fetal: Baseada no mecanismo de ação e estudos em animais, o ADCETRIS pode causar lesão fetal. Oriente as mulheres em período fértil sobre o risco potencial ao feto e para evitarem a gravidez durante o tratamento com ADCETRIS e por pelo menos 6 meses após a dosagem final do ADCETRIS.

Reações Adversas Mais Comuns (≥ 20%)
HL clássico reincidente e sALCL reincidente: neutropenia, neuropatia sensorial periférica, fadiga, náusea, anemia, infecção do trato respiratório superior, diarreia, pirexia, erupção cutânea, trombocitopenia, tosse e vômito.

HL clássico e consolidação de HSCT posterior automática: neutropenia, neuropatia sensorial periférica, trombocitopenia, anemia, infecção do trato respiratório superior, fadiga, neuropática motora periférica, náusea, tosse e diarreia.

Interações medicamentosas:
O uso concomitante de fortes inibidores ou indutores de CYP3A4, ou inibidores P-gp, tem o potencial de afetar a exposição ao monometil auristatina E (MMAE).

Uso em Populações Específicas
Insuficiência hepática moderada ou severa ou insuficiência renal severa: A exposição a MMAE e reações adversas têm aumento. Evite o uso.

Aconselhe homens com parceiras em período fértil a utilizar anticoncepcionais eficazes durante, e por pelo menos 6 meses após a dosagem final do tratamento com ADCETRIS.

Aconselhe pacientes a relatar a gravidez imediatamente e evitar amamentar enquanto tomam o ADCETRIS.

Para informações importantes de segurança adicionais, incluindo AVISO na caixa, veja toda a informação prescrita para o ADCETRIS em www.seattlegenetics.com ou www.ADCETRIS.com.

Sobre o NINLARO® (ixazomib) cápsulas

NINLARO® (ixazomib) é um inibidor oral de proteassoma, que também está sendo estudado através da continuidade de múltiplos cenários de tratamento de mieloma bem como em amiloidose sistêmica reincidente ou refratária em cadeia de subunidades de proteína (AL). Foi o primeiro inibidor oral de proteassoma a entrar em testes clínicos da fase 3 e receber aprovação. O NINLARO foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA em novembro de 2015 após uma revisão de prioridade. Nos EUA, o NINLARO é indicado em combinação com lenalidomida e dexametasona para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo e que tenham recebido pelo menos uma terapia anterior.

Foi concedida a designação de medicamento órfão ao Ixazomib em mieloma múltiplo nos EUA e Europa em 2011 e para amiloidose AL nos EUA e Europa em 2012. O ixazomib recebeu o status de Terapia Inovadora pela FDA dos EUA para amiloidose sistêmica reincidente ou refratária em cadeia de subunidades de proteína, uma doença órfã ultrarrelacionada, em 2014.

O amplo programa de desenvolvimento clínico do ixazomib, TOURMALINE, reforça ainda mais o compromisso em curso da Takeda em desenvolver terapias inovadoras para pessoas vivendo com mieloma múltiplo em todo o mundo e profissionais de saúde que tratam delas. O TOURMALINE inclui um total de seis testes fundamentais em andamento – cinco, que juntos estão investigando toda uma grande população de pacientes com mieloma múltiplo, e um em amiloidose em cadeia de subunidades de proteína:

  • TOURMALINE-MM1, pesquisando ixazomib x placebo, em combinação com lenalidomida e dexametasona em mieloma múltiplo reincidente e/ou refratário
  • TOURMALINE-MM2, pesquisando ixazomib x placebo, em combinação com lenalidomida e dexametasona em pacientes com mieloma múltiplo recentemente diagnosticado
  • TOURMALINE-MM3, pesquisando ixazomib x placebo como terapia de manutenção em pacientes com mieloma múltiplo recentemente diagnosticado após terapia de indução e transplante autólogo de células tronco (ASCT)
  • TOURMALINE-MM4, pesquisando ixazomib x placebo como terapia de manutenção em pacientes com mieloma múltiplo recentemente diagnosticado que não tenham sido submetidos à ASCT; este estudo está atualmente sendo registrado
  • TOURMALINE-AL1, pesquisando ixazomib mais dexametasona x escolha médica de regimes selecionados em pacientes com amiloidose AL reincidente ou refratária; este estudo está atualmente sendo registrado
  • TOURMALINE-MM5, pesquisando ixazomib mais dexametasona x pomalidomida mais dexametasona em pacientes com mieloma múltiplo reincidente e/ou refratário que tenham se tornado resistentes à lenalidomida

Além do programa TOURMALINE, o ixazomib está sendo avaliado em múltiplas combinações terapêuticas para várias populações de pacientes em estudos iniciados por pesquisadores a nível mundial.

NINLAROTM (ixazomib) cápsulas: Informações Importantes de Segurança Global

AVISOS E PRECAUÇÕES ESPECIAIS
Trombocitopenia foi relatada com NINLARO (28% x 14% em regimes de NINLARO e placebo, respectivamente) com nadires de plaquetas ocorrendo geralmente entre os dias 14-21 de cada ciclo de 28 dias e recuperação à linha de base no início do próximo ciclo. Não resultou em um aumento de eventos hemorrágicos ou transfusões de plaquetas. Monitore as contagens de plaquetas pelo menos mensalmente durante o tratamento com NINLARO e considere a monitoração mais frequente durante os primeiros três ciclos. Supervisione com modificações de dosagem e transfusões de plaquetas conforme as diretrizes médicas padrão.

Toxicidades gastrointestinais foram relatadas nos regimes de NINLARO e placebo respectivamente, como diarreia (42% x 36%), constipação (34% x 25%), náusea (26% x 21%) e vômito (22% x 11%), requerendo ocasionalmente o uso de medicamentos antieméticos e contra diarreia, e cuidados auxiliares.

Neuropatia periférica foi relatada com NINLARO (28% x 21% no NINLARO e regimes de placebo, respectivamente). A reação relatada mais comum foi a neuropatia sensorial periférica (19% e 14% nos regimes de NINLARO e placebo, respectivamente). Neuropatia motora periférica não foi comumente relatada em qualquer um dos regimes (< 1%). Monitore os pacientes quanto a sintomas de neuropatia periférica e ajuste a dosagem conforme necessário.

Edema periférico foi relatada com NINLARO (25% x 18% nos regimes de NINLARO e placebo, respectivamente). Avalie pacientes quanto a causas subjacentes e conceda cuidados auxiliares, se necessário. Ajuste a dosagem de dexametasona conforme sua informação de prescrição ou a dosagem de NINLARO para sintomas graves.

Reações cutâneas ocorreram em 19% dos pacientes no regime de NINLARO comparados aos 11% dos pacientes no regime de placebo. O tipo mais comum de erupção cutânea em ambos os regimes foi maculo-papular e erupção macular. Supervisione a erupção cutânea com cuidados auxiliares, modificação de dosagem ou suspensão.

Toxicidade hepática, insuficiência hepática induzida por medicamento, insuficiência celular hepática, esteatose hepática e hepatite colestática foram relatadas de modo incomum com o NINLARO. Monitore enzimas hepáticas regularmente e ajuste a dosagem para sintomas de grau 3 ou 4.

Gravidez - O NINLARO pode causar lesão fetal. Aconselhe pacientes do sexo masculino e feminino em período fértil a utilizar medidas anticonceptivas durante o tratamento e por um período adicional de 90 dias após a dosagem final do NINLARO. Mulheres em idade fértil devem evitar a gravidez enquanto tomam NINLARO devido ao risco potencial ao feto. Mulheres que usam anticoncepcionais hormonais devem utilizar um método anticonceptivo adicional de bloqueio.

Lactação - Não é conhecido se o NINLARO ou seus metabolitos são expelidos no leite materno. Poderia haver eventos adversos potenciais em lactentes e, portanto, a amamentação deve ser suspensa.

POPULAÇÕES ESPECIAIS DE PACIENTES
Insuficiência Hepática: Reduza a dosagem inicial do NINLARO para 3 mg em pacientes com insuficiência hepática moderada ou grave.

Insuficiência Renal: Reduza a dosagem inicial do NINLARO para 3 mg em pacientes com insuficiência renal grave ou doença renal em estágio final (ESRD) requerendo diálise. O NINLARO não sofre diálise e, portanto, pode ser administrado sem relação com o tempo de diálise.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
A coadministração de fortes indutores de CYP3A com NINLARO não é recomendada.

REAÇÕES ADVERSAS
As reações adversas relatadas com mais frequência (≥ 20%) no regime de NINLARO, e maior que no regime de placebo, foram diarreia (42% x 36%), constipação (34% x 25%), trombocitopenia (28% x 14%), neuropatia periférica (28% x 21%), náusea (26% x 21%), edema periférico (25% x 18%), vômito (22% x 11%) e dor lombar (21% x 16%). Sérias reações adversas relatadas em ≥ 2% dos pacientes incluíram trombocitopenia (2%) e diarreia (2%). Para cada reação adversa, um ou mais dos três medicamentos foi suspenso em ≤ 1% dos pacientes no regime NINLARO.

Para Resumo de Características de Produtos da União Europeia: http://www.ema.europa.eu/docs/en_GB/document_library/EPAR_-_Product_Information/human/003844/WC500217620.pdf
Para Informação de Prescrição dos EUA: https://www.ninlarohcp.com/pdf/prescribing-information.pdf
Para Monografia de Produtos do Canadá: http://www.takedacanada.com/ninlaropm

Sobre o ICLUSIG® (ponatinib) comprimidos

O ICLUSIG é um inibidor de quinase. O alvo principal do ICLUSIG é o BCR-ABL, uma quinase de tirosina anormal, expressa em leucemia mieloide crônica (CML) e leucemia linfoblástica aguda positiva de cromossomos Philadelphia (Ph+ ALL). O ICLUSIG foi concebido utilizando plataforma computacional de ARIAD e design de medicamento baseado em estrutura especificamente para inibir a atividade do BCR-ABL. O ICLUSIG visa não apenas o BCR-ABL nativo, mas também suas isoformas que realizam mutações e conferem resistência ao tratamento, incluindo a mutação T315I, que tem sido associada com a resistência a outros TKIs aprovados. O ICLUSIG que recebeu aprovação total da FDA em novembro de 2016, também é aprovado nos EUA, Austrália, Suíça, Israel, Canadá e Japão.

Nos EUA, o ICLUSIG é um inibidor de quinase indicado para:

  • Tratamento de pacientes adultos com leucemia mieloide crônica em fase blástica, fase crônica e fase acelerada (CML) ou leucemia linfoblástica aguda positiva de cromossomos Philadelphia (Ph+ ALL) para quem nenhuma outra terapia com inibidor de quinase de tirosina (TKI) é indicada.
  • Tratamento de pacientes adultos com leucemia mieloide crônica positiva T315I (fase crônica, fase acelerada ou fase blástica) ou T315I-positivo Ph+ ALL.

Limitações de uso:

O ICLUSIG não é indicado nem recomendado para o tratamento de pacientes com fase crônica recentemente diagnosticada CML.

INFORMAÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA DOS EUA

Baseado na análise de acompanhamento durante 48 meses da fase 2 (N=449), exceto onde observado

AVISO: OCLUSÃO ARTERIAL, TROMBOEMBOLISMO VENOSO, INSUFICIÊNCIA CARDÍACA e TOXICIDADE HEPÁTICA

Veja toda a informação de prescrição quanto ao aviso em caixa por completo.

  • A oclusão arterial ocorreu em pelo menos 35% dos pacientes tratados com ICLUSIG® (ponatinib) incluindo infarto fatal do miocárdio, AVC, estenose de grandes vasos arteriais do cérebro, severa doença vascular periférica e necessidade para procedimentos urgentes de revascularização. Pacientes com e sem fatores de risco cardiovascular, incluindo pacientes com menos de 50 anos, experimentaram estes eventos. Interrompa ou pare com o ICLUSIG imediatamente havendo oclusão arterial. Uma consideração de risco-benefício deve orientar uma decisão para reiniciar o ICLUSIG.
  • O Tromboembolismo Venoso ocorreu em 6% dos pacientes tratados com ICLUSIG. Monitore quanto à evidência de tromboembolismo. Considere a modificação de dosagem ou suspensão do ICLUSIG em pacientes que desenvolvem sério tromboembolismo venoso.
  • Insuficiência cardíaca, incluindo fatalidades ocorreram em 9% dos pacientes tratados com ICLUSIG. Monitore a função cardíaca. Interrompa ou pare com o ICLUSIG quanto à nova ou piora da insuficiência cardíaca.
  • Toxicidade hepática, insuficiência hepática e morte ocorreram em pacientes tratados com ICLUSIG. Monitore a função hepática. Interrompa o ICLUSIG se houver suspeita de toxicidade hepática.

Avisos e Precauções

Oclusões Arteriais: Oclusões arteriais, incluindo infarto fatal do miocárdio, AVC, estenose de grandes vasos arteriais do cérebro, severa doença vascular periférica ocorreram em pelo menos 35% dos pacientes tratados com ICLUSIG a partir de testes da fase 1 e fase 2. No teste da fase 2, 33% (150/449) dos pacientes tratados com ICLUSIG experimentaram um evento oclusivo arterial cardíaco vascular (21%), periférico vascular (12%) ou cerebrovascular (9%); alguns pacientes experimentaram mais de 1 tipo de evento. Eventos fatais e de risco à vida ocorreram dentro de 2 semanas do tratamento inicial, com dosagens < 15 mg por dia. O ICLUSIG também pode causar oclusão vascular recorrente ou em múltiplos locais. Pacientes necessitaram procedimentos de revascularização. O tempo médio para início dos primeiros eventos oclusivos arteriais cardíaco vascular, cerebrovascular e periférico vascular foi 193, 526 e 478 dias, respectivamente. Pacientes com e sem fatores de risco cardiovascular, alguns com 50 anos ou menos, experimentaram estes eventos. Os fatores de risco mais comuns observados com estes eventos foram hipertensão, hiperlipidemia e histórico de doença cardíaca. Eventos oclusivos arteriais foram mais frequentes com o aumento da idade e em pacientes com um histórico de isquemia, hipertensão, diabete ou hiperlipidemia. Em pacientes suspeitos de desenvolver eventos oclusivos arteriais, interrompa ou pare com o ICLUSIG.

Tromboembolismo Venoso: Eventos de tromboembolismo venoso ocorreram em 6% (25/449) dos pacientes tratados com ICLUSIG com uma taxa de incidência de 5% (13/270 CP-CML), 4% (3/85 AP-CML), 10% (6/62 BP-CML) e 9% (3/32 Ph+ ALL). Eventos incluídos: trombose venosa profunda, embolia pulmonar, tromboflebite superficial e trombose de veias da retina com perda da visão. Considere a modificação de dosagem ou suspensão do ICLUSIG em pacientes que desenvolvem sério tromboembolismo venoso.

Insuficiência Cardíaca: Insuficiência cardíaca fatal ou séria ou disfunção do ventrículo esquerdo ocorreram em 6% dos pacientes tratados com ICLUSIG (29/449). 9% dos pacientes (39/449) experimentaram algum grau de insuficiência cardíaca ou disfunção do ventrículo esquerdo. Eventos de insuficiência cardíaca relatados com mais frequência foram insuficiência cardíaca congestiva e fração de ejeção diminuída (14 pacientes em cada; 3%). Monitore pacientes quanto a sinais ou sintomas consistentes com insuficiência cardíaca e tratamento conforme indicado clinicamente, incluindo interrupção do ICLUSIG. Considere a suspensão se desenvolverem séria insuficiência cardíaca.

Toxicidade Hepática: O ICLUSIG pode causar toxicidade hepática, incluindo insuficiência hepática e morte. Insuficiência hepática fulminante conduzindo à morte ocorreu em um paciente dentro de uma semana de início do ICLUSIG. Dois casos fatais adicionais de insuficiência hepática aguda também ocorreram. Os casos fatais ocorreram em pacientes com BP-CML ou Ph+ ALL. Grave toxicidade hepática ocorreu em todos os grupos de doenças, com 11% (50/449) experimentando toxicidade hepática de grau 3 ou 4. As formas de toxicidade hepática mais comuns foram elevações de AST ou ALT (54% de todos os graus, 8% de grau 3 ou 4, 5% não revertido no último acompanhamento), bilirrubina e fosfatase alcalina. Eventos de toxicidade hepática foram observados em 29% dos pacientes. O tempo médio para início do evento de toxicidade hepática foi de 3 meses. Monitore a função hepática com testes na linha de base e, posteriormente, pelo menos mensalmente ou conforme indicado clinicamente. Interrompa, reduza ou suspenda o ICLUSIG conforme indicado clinicamente.

Hipertensão: Elevação emergente no tratamento da pressão sanguínea (BP) sistólica ou diastólica ocorreu em 68% (306/449) dos pacientes tratados com ICLUSIG. 53 pacientes (12%) experimentaram hipertensão sintomática emergente no tratamento como uma séria reação adversa, incluindo crise hipertensiva. Os pacientes podem requerer intervenção clínica urgente para hipertensão associada com confusão, dor de cabeça, dor no peito ou falta de ar. Em pacientes com linha de base sistólica de BP < 140 mm Hg e linha de base diastólica de BP < 90 mm Hg, 80% (229/285) experimentaram hipertensão emergente no tratamento; 44% (124/285) desenvolveram hipertensão de estágio 1, 37% desenvolveram hipertensão de estágio 2. Em 132 pacientes com hipertensão de estágio 1 na linha de base, 67% (88/132) desenvolveram hipertensão de estágio 2. Monitore e supervisione elevações da pressão sanguínea durante o uso do ICLUSIG e trate a hipertensão para normalizar a pressão sanguínea. Interrompa, reduza a dosagem ou pare com o ICLUSIG se a hipertensão não for medicamente controlada. No caso de piora significativa, hipertensão instável ou resistente ao tratamento, interrompa o tratamento e considere avaliar quanto à estenose arterial renal.

Pancreatite: A pancreatite ocorreu em 7% (31/449, 6% grave ou de grau 3/4) dos pacientes tratados com ICLUSIG. A incidência da elevação da lipase emergente no tratamento foi 42% (16% de grau 3 ou maior). A pancreatite resultou em suspensão ou interrupção do tratamento em 6% dos pacientes (26/449). O tempo médio para iniciar a pancreatite foi 14 dias. 23 dos 31 casos de pancreatite foram resolvidos dentro de 2 semanas com interrupção ou redução da dosagem. Verifique a lipase sérica a cada 2 semanas pelos primeiros 2 meses e, posteriormente, mensalmente, ou conforme indicado clinicamente. Considere a monitoração adicional da lipase sérica em pacientes com um histórico de pancreatite ou abuso de álcool. Interrupção ou redução da dosagem pode ser requerida. Em caso onde as elevações da lipase forem acompanhadas por sintomas abdominais, interrompa o tratamento com ICLUSIG e avalie pacientes quanto à pancreatite. Não considere reiniciar o ICLUSIG até que os pacientes tenham a solução completa de sintomas e os níveis de lipase forem menores que 1,5 x ULN.

Aumento da Toxicidade em CML de Fase Crônica Recentemente Diagnosticada: Em um teste clínico aleatório e prospectivo no tratamento de primeira linha de pacientes recentemente diagnosticados com CML de fase crônica (CP) CML, o agente único de ICLUSIG 45 mg uma vez ao dia aumentou o risco de sérias reações adversas em 2 vezes comparado ao agente único de imatinib 400 mg uma vez ao dia. A exposição média ao tratamento foi menos de 6 meses. O teste foi mantido por segurança em outubro de 2013. Tromboses arterial e venosa bem como oclusões ocorreram pelo menos duas vezes com mais frequência no ramo ICLUSIG comparado ao ramo imatinib. Comparado a pacientes tratados com imatinib, os pacientes tratados com ICLUSIG exibiram uma maior incidência de supressão mieloide, pancreatite, toxicidade hepática, insuficiência cardíaca, hipertensão e disfunções dos tecidos da pele e subcutâneo. O ICLUSIG não é indicado nem recomendado para o tratamento de pacientes com CP-CML recentemente diagnosticado.

Neuropatia: Neuropatia periférica e craniana ocorreram em pacientes tratados com ICLUSIG. Sobretudo, 20% (90/449) dos pacientes tratados com ICLUSIG experimentaram um evento de neuropatia periférica de qualquer grau (2%, grau 3/4). As neuropatias periféricas mais comuns relatadas foram parestesia (5%, 23/449), neuropatia periférica (4%, 19/449), hipoestesia (3%, 15/449), disgeusia (2%, 10/449), fraqueza muscular (2%, 10/449) e hiperestesia (1%, 5/449). Neuropatia craniana se desenvolveu em 2% (10/449) dos pacientes tratados com ICLUSIG (< 1%, 3/449 - grau 3/4). Dos pacientes que desenvolveram a neuropatia, 26% (23/90) desenvolveram neuropatia durante o primeiro mês de tratamento. Monitore pacientes quanto a sintomas de neuropatia, como hipoestesia, hiperestesia, parestesia, desconforto, sensação de queimação, dor neuropática ou fraqueza. Considere a interrupção do ICLUSIG e avalie se a neuropatia for suspeita.

Toxicidade Ocular: Sérias toxicidades oculares conduzindo a cegueira ou visão embaçada ocorreram em pacientes tratados com ICLUSIG. Toxicidades da retina incluindo edema macular, oclusão das veias da retina e hemorragia da retina ocorreram em 2% dos pacientes tratados com ICLUSIG. Irritação por conjuntivite, erosão ou abrasão das córneas, olho seco, conjuntivite, hemorragia por conjuntivite, hiperemia e edema ou dor nos olhos ocorreram em 14% dos pacientes. Visão embaçada ocorreu em 6% dos pacientes. Outras toxicidades oculares incluíram catarata, edema periorbital, blefarite, glaucoma, edema das pálpebras, hiperemia ocular, irite, iridociclite e queratite ulcerativa. Realize exames abrangentes dos olhos na linha de base e periodicamente durante o tratamento.

Hemorragia: Sérios eventos de hemorragia, incluindo fatalidades, ocorreram em 6% (28/449) dos pacientes tratados com ICLUSIG. A hemorragia ocorreu em 28% (124/449) dos pacientes. A incidência de sérios eventos de hemorragia foi mais alto em pacientes com AP-CML, BP-CML e Ph+ ALL. A hemorragia gastrointestinal e o hematoma subdural foram sérios eventos de hemorragia relatados mais comumente, ocorrendo em 1% (4/449) cada. Eventos mais hemorrágicos, mas nem todos, ocorreram em pacientes com trombocitopenia de grau 4. Interrompa o ICLUSIG para hemorragia grave ou severa e avalie.

Retenção de Líquido: Eventos de retenção de líquido julgados como graves ocorreram em 4% (18/449) dos pacientes tratados com ICLUSIG. Um exemplo de edema cerebral foi fatal. Para eventos de retenção de líquido ocorrendo em > 2% dos pacientes (emergente ao tratamento), casos graves incluíram: efusão pleural (7/449, 2%), efusão pericardial (4/449, 1%) e edema periférico (2/449, <1%).

No total, a retenção de líquido ocorreu em 31% dos pacientes. Eventos de retenção de líquido mais comuns foram edema periférico (17%), efusão pleural (8%), efusão pericardial (4%) e inchaço periférico (3%).

Monitore pacientes quanto à retenção de líquido e supervisione pacientes conforme indicado clinicamente. Interrompa, reduza ou suspenda o ICLUSIG conforme indicado clinicamente.

Arritmias Cardíacas: Arritmias ocorreram em 19% (86/449) dos pacientes tratados com ICLUSIG, dos quais 7% (33/449) foram de grau 3 ou maior. Arritmia de origem ventricular foi relatada em 3% (3/86) de todas as arritmias, com um caso sendo de grau 3 ou maior. Bradiarritmias sintomáticas que levaram à implantação de marcapasso ocorreram em 1% (3/449) dos pacientes tratados com ICLUSIG.

Fibrilação atrial foi a arritmia mais comum e ocorreu em 7% (31/449) dos pacientes, cerca da metade dos quais foram de grau 3 ou 4. Outros eventos de arritmia de grau 3 ou 4 incluíram síncope (9 pacientes; 2,0%), taquicardia e bradicardia (2 pacientes cada 0,4%) e QT de eletrocardiograma prolongado, palpitação atrial, taquicardia supraventricular, taquicardia ventricular, taquicardia atrial, bloco atrioventricular completo, parada cardiorrespiratória, perda de consciência e disfunção do nó sinusal (1 paciente cada 0,2%). Para 27 pacientes, o evento levou à hospitalização.

Em pacientes com sinais e sintomas sugestivos de frequência cardíaca lenta (desmaio, tontura) ou frequência cardíaca rápida (dor no peito, palpitações ou tontura), interrompa o ICLUSIG e avalie.

Mielossupressão: Mielossupressão foi relatada como uma reação adversa em 59% (266/449) dos pacientes tratados com ICLUSIG e mielossupressão de grau 3/4 ocorreu em 50% (226/449) dos pacientes. A incidência destes eventos foi maior em pacientes com AP-CML, BP-CML e Ph+ ALL que em pacientes com CP-CML.

Severa mielossupressão (grau 3 ou 4) foi observada precocemente em tratamento, com um tempo inicial médio de 1 mês (faixa < 1-40 meses). Obtenha contagens sanguíneas completas a cada 2 semanas pelos primeiros 3 meses e depois mensalmente ou conforme indicado clinicamente e ajuste a dosagem segundo recomendado.

Síndrome de Lise Tumoral: Dois pacientes (< 1%, um com AP-CML e outro com BP-CML) tratados com ICLUSIG desenvolveram grave síndrome de lise tumoral. A hiperuricemia ocorreu em 7% (31/449) dos pacientes. Devido ao potencial para síndrome de lise tumoral em pacientes com doença avançada, assegure hidratação adequada e trate altos níveis de ácido úrico antes de iniciar a terapia com ICLUSIG.

Síndrome de Leucoencefalopatia Posterior Reversível (RPLS): Casos de pós-investigação de síndrome de leucoencefalopatia posterior reversível (RPLS - também conhecida como Síndrome de Encefalopatia Reversível Posterior (PRES)) foram relatados em pacientes tratados com ICLUSIG. A RPLS é uma disfunção neurológica que pode se apresentar com sinais e sintomas como convulsão, dor de cabeça, diminuição da atenção, função mental alterada, perda de visão e outros distúrbios visuais e neurológicos. A hipertensão está muitas vezes presente e o diagnóstico é feito com descobertas de apoio em imagem de ressonância magnética (MRI) do cérebro. Se a RPLS for diagnosticada, interrompa o tratamento com ICLUSIG e reinicie o mesmo apenas quando o evento tiver sido resolvido e se o benefício do tratamento contínuo superar o risco de RPLS.

Cura de Lesão Comprometida e Perfuração Gastrointestinal: Uma vez que o ICLUSIG pode comprometer a cura de lesões, interrompa o ICLUSIG por pelo menos 1 semana antes da cirurgia principal. Sérias perfurações gastrointestinais (fístula) ocorreram em um paciente 38 dias após a colecistectomia.

Toxicidade Embrio-Fetal: Com base em seu mecanismo de ação e descobertas de estudos em animais, o ICLUSIG pode causar lesão fetal quando administrado a uma mulher grávida. Em estudos de reprodução animal, a administração oral de ponatinib em ratas prenhas durante a organogenesis causou efeitos adversos de desenvolvimento em exposições menores que em exposições em humanos na dosagem recomendada em humanos. Oriente mulheres grávidas sobre o risco potencial ao feto. Aconselhe mulheres em período fértil a utilizar anticoncepcionais eficazes durante o tratamento com ICLUSIG e por 3 semanas após a última dosagem.

Reações Adversas

Reações Adversas mais Comuns: Sobretudo, as reações adversas não hematológicas mais comuns (≥ 20%) foram dor abdominal, erupção cutânea, constipação, dor de cabeça, pele seca, fadiga, hipertensão, pirexia, artralgia, náusea, diarreia, aumento de lipase, vômito, mialgia e dor nas extremidades. Reações adversas hematológicas incluem trombocitopenia, anemia, neutropenia, linfopenia e leucopenia.

Interações

Fortes Inibidores de CYP3A: Evite o uso simultâneo ou reduza a dosagem de ICLUSIG se a coadministração não puder ser evitada.

Fortes Indutores de CYP3A: Evite o uso simultâneo.

Uso em Populações Específicas

Homens e Mulheres em Período Fértil: O ICLUSIG pode causar lesão fetal quando administrado a mulheres grávidas. Aconselhe as mulheres a utilizar anticoncepcionais eficazes durante o tratamento com ICLUSIG e por 3 semanas após a última dosagem. O ponatinib pode afetar a fertilidade em mulheres, não sendo conhecido se estes efeitos são reversíveis. Verifique o estado de gravidez de mulheres em período fértil antes de iniciar o ICLUSIG.

Lactação: Aconselhe mulheres a não amamentar durante o tratamento com ICLUSIG e por seis dias após a última dosagem.

Para Informação de Prescrição nos EUA: http://www.iclusig.com/pi

Sobre a Takeda Pharmaceutical Company
A Takeda Pharmaceutical Company Limited é uma empresa farmacêutica global orientada à pesquisa e desenvolvimento, comprometida em proporcionar melhor saúde e um futuro mais promissor a pacientes, transformando a ciência em medicamentos que mudam vidas. A Takeda concentra seus esforços em P&D em áreas terapêuticas de oncologia, gastroenterologia e do sistema nervoso central mais vacinas. A Takeda conduz P&D tanto internamente como com parcerias para estar na vanguarda da inovação. Novos produtos inovadores, especialmente em oncologia e gastroenterologia, bem como nossa presença em Mercados Emergentes, estimula o crescimento da Takeda. Mais de 30.000 empregados da Takeda estão comprometidos em melhorar a qualidade de vida de pacientes, trabalhando com nossas parcerias em cuidado da saúde em mais de 70 países. Para mais informação, visite http://www.takeda.com/news.

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