Celgene fornece atualização regulatória do REVLIMID®

REVLIMID recebe aprovação para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo refratário ou recidivado na China

REVLIMID recebe revisão prioritária devido ao tratamento para pacientes com linfoma de células da zona do manto refratário ou recidivado - data da PDUFA da FDA dos EUA marcada para o dia 5 de junho de 2013

BOUDRY, Suíça--()--A Celgene International Sàrl, uma subsidiária da Celgene Corporation (NASDAQ: CELG) anunciou hoje que o REVLIMID® (lenalidomida) recebeu aprovação integral, incluindo uma licença de importação de fármacos (IDL) pela State Food and Drug Administration (SFDA) da China para o uso em combinação com dexametasona com um tratamento para pacientes com mieloma múltiplo refratário ou recidivado que tenham recebido ao menos um tratamento anteriormente.

A aprovação do REVLIMID baseia-se nos resultados seguros e eficientes de ensaios clínicos internacionais, aleatórios, múltiplos de fase III em pacientes com mieloma múltiplo refratário ou recidivado. Os resultados de um estudo amplo fase II de transposição (MM-021) sobre a lenalidomida e dose reduzida de dexametasona em 159 pacientes chineses com mieloma múltiplo refratário ou recidivado, também apoiaram a apresentação e aprovação.

Mieloma múltiplo é o segundo tipo mais diagnosticado de câncer de sangue. De acordo com a International Myeloma Foundation, estima-se a existência de 750.000 pessoas com mieloma múltiplo no mundo inteiro.

O REVLIMID estará disponível apenas através de um programa de distribuição próprio desenvolvido pela Celgene. A empresa está trabalhando para fornecer o REVLIMID para o mercado chinês o antes possível. Certos processos governamentais padrão devem ser seguidos antes do lançamento. A Celgene espera que o REVLIMID esteja disponível para pacientes no fim do segundo trimestre de 2013.

Revisão prioritária da Food and Drug Administration (FDA) dos EUA

A Celgene também foi informada que seu pedido para o uso do REVLIMID em pacientes com linfoma de células na zona do manto refratário ou recidivado (MCL) depois de um tratamento anterior que inclua bortezomida, foi aceito pela Food and Drug Administration dos EUA. A agência designou uma revisão prioritária para o pedido e estabeleceu uma data para a Lei de Taxas do Usuário para medicamentos sob receita para o dia 5 de junho de 2013.

Sobre o REVLIMID

O REVLIMID é uma combinação aprovada com dexametasona para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo, que tenham recebido pelo menos um tipo de terapia anteriormente em quase 70 países, dentro da Europa, Américas, Oriente Médio e Ásia, e em combinação com a dexametasona para o tratamento de pacientes nos quais a doença tenham evoluído depois de receber um tipo de terapia na Austrália e na Nova Zelândia.

O REVLIMID também está aprovado nos Estados Unidos, Canadá, Suíça, Austrália, Nova Zelândia e vários países na América Latina, assim como na Malásia e Israel, para anemia dependente de transfusão devido ao risco baixo- ou intermediário-1 de MDS associado com uma anomalia citogênica de supressão de 5q com ou sem anomalias citogênicas adicionais. Petições de autorização de comercialização estão sendo avaliadas atualmente em vários outros países.

Informações regulatórias dos EUA para o Revlimid

O REVLIMID® (lenalidomida) em combinação com dexametasona é indicado para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo (MM) que tenham recebido ao menos um tipo de terapia anteriormente.

O REVLIMID® (lenalidomida) está indicado para o tratamento de pacientes com anemia dependente de transfusão devido ao risco baixo- ou intermediário-1 de síndrome mielodisplástica (MDS) associado com uma anomalia citogênica de supressão de 5q com ou sem anomalias citogênicas adicionais.

Informação importante referente à segurança

ATENÇÃO: RISCO FETAL, TOXICIDADE HEMATOLÓGICA e TROMBOSE VENOSA PROFUNDA E EMBOLIA PULMONAR

Não use REVLIMID durante a gravidez. A lenalidomida, um análogo de talidomida, causou anomalias dos membros em um estudo em evolução realizado em macacos. A talidomida é um teratogênico humano que causa defeitos humanos congênitos severos ou fatais. Se lenalidomida for usada durante a gravidez, ela pode causar defeitos congênitos ou morte de um feto em desenvolvimento. Em mulheres com potencial de engravidar, obtenha 2 testes negativos de gravidez antes de iniciar o tratamento com o REVLIMID. Mulheres com potencial de engravidar devem usar 2 formas de contracepção ou se abster integralmente de relações sexuais heterossexuais durante e por 4 semanas depois do tratamento com REVLIMID. Para evitar a exposição fetal a lenalidomida, o REVLIMID somente está disponível nos EUA sob um programa restrito de distribuição chamado “RevAssist®.”

Informações sobre o programa RevAssist se encontram disponíveis no site www.REVLIMID.com ou ligando gratuitamente para o fabricante no número 1-888-423-5436.

TOXICIDADE HEMATOLÓGICA (NEUTROPENIA E TROMBOCITOPENIA)

O REVLIMID pode causar considerável neutropenia e trombocitopenia. Oitenta por cento dos pacientes com MDS com supressão de 5q necessitaram uma redução/atraso da dose durante o estudo principal. Trinta e quatro por cento dos pacientes necessitaram uma segunda redução/atraso da dose. Toxicidade hematológica nos graus 3 e 4 foram vistas em 80% dos pacientes inscritos no estudo. Pacientes em terapia para MDS com supressão de 5q devem monitorar seu hemograma completo semanalmente durante as 8 primeiras semanas e depois disso mensalmente, como mínimo. Os pacientes podem necessitar uma interrupção e/ou redução da dose. Os pacientes podem necessitar o uso de produtos de suporte para o sangue e/ou fatores de crescimento. (ver DOSAGEM e ADMINISTRAÇÃO)

TROMBOSE VENOSA PROFUNDA E EMBOLIA PULMONAR

O REVLIMID tem demonstrado um aumento significante no risco de trombose venosa profunda (DVT) e embolia pulmonar (PE) em pacientes com MM que foram tratados com terapias com REVLIMID e dexametasona. Pacientes e médicos são advertidos para observar constantemente sinais e sintomas de tromboembolismo. Pacientes devem ser indicados a buscar cuidados médicos no caso de surgimento de sintomas, como falta de ar, dores no peito ou inchaço nos braços e pernas. Não se sabe se a prescrição de anticoagulantes profiláticos ou terapias antiplaquetárias em conjunção com o REVLIMID pode diminuir o potencial de ocorrências tromboembólicas venosas. A decisão de tomar medidas profiláticas deve ser tomada com cuidado depois de uma avaliação dos fatores de riscos aos quais cada paciente está sujeito.

CONTRAINDICAÇÕES:

Categoria X de gravidez:

  • A lenalidomida é contraindicada para gestantes ou mulheres com o potencial de estar grávida. Mulheres com o potencial de engravidar podem ser tratadas com lenalidomida aplicando as precauções adequadas para evitar gravidez.

Reações alérgicas:

  • O REVLIMID é contraindicado em pacientes que demonstraram hipersensibilidade (por exemplo, angioedema, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica) à lenalidomida.

AVISOS E PRECAUÇÕES:

Risco fetal:

  • O REV pode causar danos fetais se for administrado a gestantes
  • O REVLIMID é um análogo da talidomida, um teratogênico humano que causa defeitos humanos congênitos severos ou fatais. Um estudo do desenvolvimento do embrião/feto em primatas não humanos indica que a lenalidomida produz malformação nos descendentes de macacos femininos que receberam o medicamento durante a gravidez, similares aos defeitos observados em humanos que foram expostos a talidomida durante a gravidez. Se o REVLIMID for usado durante a gravidez, ela pode causar defeitos congênitos ou morte de um feto em desenvolvimento.
  • Mulheres com potencial de engravidar devem ser advertidas para evitar a gravidez durante o tratamento com REVLIMID. Dois tipos efetivos de contracepção devem ser usados por pacientes femininos com potencial de engravidar pelo menos por 4 semanas antes de iniciar a terapia com REVLIMID, durante a terapia, durante interrupções da dose e por 4 semanas depois da descontinuação da terapia com REVLIMID.
  • Pacientes masculinos: Dados clínicos demonstraram a presença de lenalidomida no sêmen humano. Pacientes masculinos sendo tratados com REVLIMID não devem doar espermas. Homens recebendo tratamento com REVLIMID devem usar sempre proteção de látex durante qualquer tipo de contato sexual com mulheres com potencial de engravidar, até mesmo depois de haver realizado vasectomia com êxito.

Riscos reprodutivos e requisitos para prescrições especiais (Programa RevAssist):

  • Devido a essa toxicidade em potencial e para evitar a exposição fetal, o REVLIMID somente está disponível sob um programam especial de distribuição restringido, denominado “RevAssist.” Farmacêuticos e prescritores registrados no programa podem prescrever e distribuir o produto para pacientes que estejam registrados e cumpram com todas as condições do programa RevAssist.

Toxicidade hematológica - Mieloma múltiplo:

  • O REVLIMID pode causar neutropenia e trombocitopenia considerável.
  • Pacientes que tomem REVLIMID para MM devem monitorar seu hemograma completo a cada 2 semanas durante as primeiras 12 semanas e depois disso mensalmente.
  • Nos estudos combinados de MM de graus 3 e 4, toxicidades hematológicas foram mais frequentes em pacientes tratados com a combinação de REVLIMID e dexametasona do que em pacientes tratados somente com dexametasona.
  • Os pacientes podem necessitar uma interrupção e/ou redução da dose.

Trombose venosa profunda e embolia pulmonar:

  • Eventos tromboembólicos venosos (trombose venosa predominantemente profunda e embolia pulmonar) ocorreram em pacientes com MM tratados com a terapia combinada de lenalidomida e pacientes com MDS tratados com monoterapia de lenalidomida.

Reações alérgicas:

  • Angioedema e sérias reações dermatológicas, incluindo síndrome de Stevens-Johnson (SJS) e necrólise epidérmica tóxica (TEN) foram encontradas. Essas ocorrências podem ser fatais. Pacientes com um histórico prévio de irritações de grau 4 associadas ao tratamento com talidomida não devem ser receber administração de REVLIMID. A interrupção ou descontinuação do REVLIMID deve ser considerada em caso de irritações na pele de graus 2-3. O REVLIMID deve ser descontinuado em caso de angioedema, irritações de grau 4, irritações esfoliativas ou com bolhas, ou em caso de suspeita de SJS ou TEN, e não deve ser continuada depois da interrupção devido a estas reações.
  • As cápsulas de REVLIMID contêm lactose. Os riscos e benefícios do tratamento com REVLIMID devem ser avaliados em pacientes com intolerância a lactose.

Síndrome de lise tumoral:

  • Casos fatais de síndrome de lise tumoral foram observados durante o tratamento com lenalidomida. Pacientes com risco de síndrome de lise tumoral são os que possuem uma alta carga de tumores anterior ao tratamento. Estes pacientes devem ser monitorados atentamente e tomadas as precauções adequadas.

Reação de crise tumoral:

  • A reação de crise tumoral ocorreu durante o uso investigatório de lenalidomida para leucemia linfocítica crônica (CLL) e linfoma e é caracterizada por um leve inchaço da glândula linfática, febres baixas, dores e irritações. O tratamento de CLL ou linfoma com lenalidomida sem ensaios clínicos estreitamente monitorados é desencorajado.

Hepatoxicidade:

  • Casos de anomalias transitórias do fígado em laboratórios (predominante transaminases) foram encontrados em pacientes tratados com lenalidomida. O tratamento com lenalidomida deve ser interrompido e reiniciado quando os níveis voltem à sua base normal. Foi reportada a continuação da administração com êxito em alguns pacientes sem recorrência da elevação do fígado em laboratório.

Segundas malignidades primárias

  • Pacientes com MM tratados com lenalidomida em estudos incluindo transplante de célula-tronco e melfalan obtiveram uma alta incidência de segundas malignidades primárias, especialmente leucemia mieloide aguda (AML) e linfoma de Hodgkin, em comparação com pacientes nos grupos de controle que receberam terapia similar, mas não foram administrados com lenalidomida. Monitorar os pacientes para o desenvolvimento de segundas malignidades. Observe o benefício em potencial da lenalidomida e o risco de segundas malignidades primárias ao considerar o tratamento com lenalidomida.

INTERAÇÕES COM OUTROS MEDICAMENTOS:

  • É recomendado monitorar periodicamente o nível de digoxina no plasma durante a administração de REVLIMID, de acordo com a opinião clínica e com base nas práticas clínicas padrão em pacientes recebendo esse medicamento.
  • Não se sabe se existe uma interação entre dexametasona e warfarina. É recomendado um monitoramento estreito de PT e INR em pacientes com MM tomando warfarina concomitante.
  • Agentes eritropoiéticos que podem aumentar o risco de trombose, como terapias contendo estrógeno, devem ser usados com cuidado em pacientes com MM recebendo tratamento de lenalidomida com dexametasona.

USO EM CERTAS CONDIÇÕES ESPECÍFICAS:

Lactantes:

  • Não se sabe se o REVLIMID é expelido no leite materno.
  • Devido ao potencial de reações adversas em lactentes, deve-se decidir interromper o medicamento ou a amamentação, considerando a importância do medicamento para a mãe.

Uso geriátrico:

  • Deve-se tomar cuidado ao escolher a dose administrada aos pacientes mais velhos, já que são mais propícios a obter uma função renal reduzida. Monitorar a função renal.

Insuficiência renal:

  • Já que o REVLIMID é eliminado sem mudanças primeiramente pelo rim, é recomendado o ajuste na dose inicial do REVLIMID para que o medicamento seja exposto apropriadamente em pacientes com insuficiência renal moderada (CLcr 30-60 mL/min) ou severa (CLcr < 30 mL/min) e em pacientes com diálises.

REAÇÕES ADVERSAS:

Mieloma múltiplo

  • No grupo de tratamento com REVLIMID/dexametasona, 269 pacientes (76%) sofreram ao menos uma interrupção da dose com ou sem redução de dose de REVLIMID em comparação com 199 pacientes (57%) no grupo de tratamento com placebo/dexametasona.
  • Dos pacientes que sofreram interrupção da dose com ou sem redução de dose, 76% (269/353) contra 57% (199/350), 50% no grupo de tratamento com REVLIMID/dexametasona tiveram ao menos uma interrupção de dose adicional com ou sem redução de dose em comparação com 21% no grupo de tratamento com placebo/dexametasona.
  • Os eventos mais adversos e os eventos adversos de grau 3/4 foram mais frequentes em pacientes com MM que receberam tratamento da combinação de REVLIMID/dexametasona, em comparação com tratamento com placebo/dexametasona.
  • Neutropenia de grau 3/4 ocorreram em 33,4% contra 3,4%; 2,3% experimentaram neutropenia febril de grau 3/4 contra 0%.
  • Trombose venosa profunda (DVT) foi relatada como uma reação séria adversa ao medicamento (7,4%) ou grau 3/4 (8,2%) em comparação com 3,1% e 3,4%. A descontinuação devido a DVT foi relatada em taxas comparativas entre os grupos.
  • Embolia pulmonar (PE) foi relatada como uma reação séria adversa ao medicamento (3,7%) ou grau 3/4 (4,0%) em comparação com 0,9% e 0,9%. Descontinuações devido a PE foram relatadas em taxas comparativas entre os grupos.
  • Reações diversas encontradas em ≥15% dos pacientes com (REVLIMID/dexametasona contra dexametasona/placebo): fadiga (44% contra 42%), neutropenia (42% contra 6%), constipação (41% contra 21%), diarreia (39% contra 27%), câimbras musculares (33% contra 21%), anemia (31% contra 24%), pirexia (28% contra 23%), edema periférico (26% contra 21%), náusea (26% contra 21%), dores nas costas (26% contra 19%), infecção das vias aéreas superiores (25% contra 16%), dispneia (24% contra 17%), tontura (23% contra 17%), trombocitopenia (22% contra 11%), irritações (21% contra 9%), tremores (21% contra 7%), perda de peso (20% contra 15%), nasofaringite (18% contra 9%), visão turva (17% contra 11%), anorexia (16% contra 10%) e disgeusia (15% contra 10%).

Síndrome mielodisplástica

  • Trombocitopenia (61,5%; 91/148) e neutropenia (58,8%; 87/148) foram encontradas mais frequentemente em eventos adversos observados na população com MDS com supressão de 5q.
  • Eventos adversos de grau 3 e 4 encontrados em ≥ 5% dos pacientes com MDS com supressão de 5q foram neutropenia (53%), trombocitopenia (50%), pneumonia (7%), irritações (7%), anemia (6%), leucopenia (5%), fadiga (5%), dispneia (5%), e dores nas costas (5%).
  • Outros eventos adversos encontrados em ≥15% dos pacientes com MDS com supressão de 5q (REVLIMID): diarreia (49%), prurido (42%), irritações (36%), fadiga (31%), constipação (24%), náusea (24%), nasofaringite (23%), artralgia (22%), pirexia (21%), dores nas costas (21%), edema periférico (20%), tosse (20%), tontura (20%), dores de cabeça (20%), câimbra musculares (18%), dispneia (17%), faringite (16%), epistaxe (15%), astenia (15%), infecção das vias aéreas superiores (15%).

DOSAGEM E ADMINISTRAÇÃO:

  • O tratamento deve ser continuado ou modificado com base nas conclusões clínicas e laboratoriais. A modificação da dose é recomendada para o gerenciamento de neutropenia e trombocitopenia de grau 3 e 4 ou outras toxicidades de grau 3 e 4 julgadas estarem relacionadas à administração de REVLIMID.
  • Para outras toxicidades de grau 3 e 4 julgadas estarem relacionadas à administração de REVLIMID, suspenda o tratamento e reinicie com o próximo nível inferior da dose quando a toxicidade tiver alcançado ≤ grau 2.

Leia as informações da prescrição na íntegra, incluindo AVISOS, CONTRAINDICAÇÕES, AVISOS E PRECAUÇÕES e REAÇÕES ADVERSAS nos quadros de destaque.

Sobre a Celgene

A Celgene International Sàrl, localizada em Boudry, na região de Neuchâtel, na Suíça, é uma subsidiária integral e sede internacional da Celgene Corporation.

A Celgene Corporation, sediada em Summit, Nova Jersey, é uma empresa farmacêutica global integrada, empenhada, principalmente, na descoberta, desenvolvimento e comercialização de terapias inovadoras para o tratamento do câncer e doenças inflamatórias, através de regulação de proteínas e dos genes. Para mais informações, visite o web site da empresa: www.celgene.com.

Declarações de previsão futura

Quaisquer afirmações contidas neste comunicado à imprensa que não descrevam fatos históricos podem constituir declarações de previsão futura. As declarações de previsão futuras podem ser identificadas pelos termos “esperam”, “antecipam”, “acreditam”, “intenciona”, “estima”, “planos”, “irá” e “perspectiva”, e expressões similares. Qualquer declaração de previsão futura contida neste documento se baseia nas convicções e expectativas atuais de nossa administração, estimativas, suposições e projeções, e se refere somente à data na qual foram feitas Não assumimos qualquer obrigação pela atualização estas declarações prospectivas, exceto conforme exigido por lei. As declarações de previsões futuras estão sujeitas a uma série de riscos e incertezas, das quais muitas são difíceis de prever e geralmente estão fora do nosso controle. Os resultados atuais e futuros podem ser materialmente diferentes dos resultados implicados nas declarações de previsões futuras como resultado de uma série de fatores, muitos dos quais estão descritos mais detalhadamente em nosso Relatório Anual no Formulário 10-K e em outros relatórios apresentados à Securities and Exchange Commission (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA).

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

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